Apocalipse - Adam Mattos
Adam Mattos
Sou advogado, aficcionado por leitura de todos os gêneros, e a minha grande paixão recém descoberta é a escrita.
Já publiquei em algumas antologias de terror e de temas variados, além de ter publicado também em antologias de poesias.
O maldito me fascina, tanto na leitura quanto na escrita, meu objetivo é causar calafrios em quem lê, e em mim mesmo que escrevo.
O feio, subversivo e errante é o mal aglutinador da espécie humana, que merece ser dominado pelo medo. Cuidado, aprecie minhas obras com a mente aberta e o estômago forte.







Apocalipse

– Muito bem, sujeito sensato. Amarrem ele!

Gritou o homen que aparentava ser o líder.

Nesse momento quatro homens se aproximaram de Juca, com as armas apontadas para ele, tomaram seu facão, seu arco e flecha e o amarraram nas mãos, com uma corda longa para que pudessem puxá-lo.

– Você disse que eu poderia ir se desse a minha arma.

– Não, eu disse que você poderia ficar com a sua vida, e você está vivo não está? Ahhh a língua portuguesa, como gosto dela.

E caiu na gargalhada.

Os homens começaram a seguir em direção ao rio com Juca amarrado sendo puxado por eles, chegando lá, encheram os seus cantis de água, encheram também o galão que Juca levava consigo e começaram a andar em um rumo que Juca desconhecia. Andaram por horas, até que chegaram a um local cercado por carros abandonados que fechavam a entrada, como se fosse uma fortaleza. Quatro deles afastaram um dos carros para abrir passagem. e todos seguiram, após todos terem passado, voltaram a juntar os carros para fechar novamente a entrada.

Já dentro da fortaleza, colocaram Juca dentro de uma jaula pequena, na qual ele não conseguia ficar de pé, apenas sentado, e ainda amarrado. Ficou lá dentro enquanto os homens confabulavam e faziam uma grande fogueira no centro, Juca já tinha ouvido rumores de gangues de canibais, e rezava para não ter sido capturado por uma delas.

Ao anoitecer, dois homens se aproximaram da jaula, abriram e tiraram Juca lá de dentro, o levaram para uma espécie de mesa de madeira, enquanto outros dois o seguraram por trás. Os dois primeiros esticaram os braços de Juca na mesa e sem desferirem uma palavra há ele, com um golpe certeiro com um facão muito afiado, deceparam um dos seus braços. Juca urrava de dor, mas os homens não pareciam ligar, pois continuaram o segurando e deceparam o segundo braço, sangue jorrava para todos os lados e Juca estava prestes a desmaiar de dor, quando um quinto homem se aproximou com uma barra de ferro em brasa e cauterizou os ferimentos os queimando na base dos cortes, Juca desmaiou na hora.

Páginas: 1 2 3 4 5 6

Adam Mattos
Apocalipse

– Muito bem, sujeito sensato. Amarrem ele!

Gritou o homen que aparentava ser o líder.

Nesse momento quatro homens se aproximaram de Juca, com as armas apontadas para ele, tomaram seu facão, seu arco e flecha e o amarraram nas mãos, com uma corda longa para que pudessem puxá-lo.

– Você disse que eu poderia ir se desse a minha arma.

– Não, eu disse que você poderia ficar com a sua vida, e você está vivo não está? Ahhh a língua portuguesa, como gosto dela.

E caiu na gargalhada.

Os homens começaram a seguir em direção ao rio com Juca amarrado sendo puxado por eles, chegando lá, encheram os seus cantis de água, encheram também o galão que Juca levava consigo e começaram a andar em um rumo que Juca desconhecia. Andaram por horas, até que chegaram a um local cercado por carros abandonados que fechavam a entrada, como se fosse uma fortaleza. Quatro deles afastaram um dos carros para abrir passagem. e todos seguiram, após todos terem passado, voltaram a juntar os carros para fechar novamente a entrada.

Já dentro da fortaleza, colocaram Juca dentro de uma jaula pequena, na qual ele não conseguia ficar de pé, apenas sentado, e ainda amarrado. Ficou lá dentro enquanto os homens confabulavam e faziam uma grande fogueira no centro, Juca já tinha ouvido rumores de gangues de canibais, e rezava para não ter sido capturado por uma delas.

Ao anoitecer, dois homens se aproximaram da jaula, abriram e tiraram Juca lá de dentro, o levaram para uma espécie de mesa de madeira, enquanto outros dois o seguraram por trás. Os dois primeiros esticaram os braços de Juca na mesa e sem desferirem uma palavra há ele, com um golpe certeiro com um facão muito afiado, deceparam um dos seus braços. Juca urrava de dor, mas os homens não pareciam ligar, pois continuaram o segurando e deceparam o segundo braço, sangue jorrava para todos os lados e Juca estava prestes a desmaiar de dor, quando um quinto homem se aproximou com uma barra de ferro em brasa e cauterizou os ferimentos os queimando na base dos cortes, Juca desmaiou na hora.

Páginas: 1 2 3 4 5 6