A ereção - Allan Fear
Allan Fear
Eu sou Allan Fear, um escritor de contos, em sua maioria de terror. Desde a adolescência que gostava de escrever e desenhar, confesso que tenho um gosto um tanto excêntrico pelo horror. Vivo tendo idéias horripilantes o tempo todo. Gosto de escrever contos tanto para crianças quanto para adultos.
Eu tenho algumas obras publicadas pela editora Clube de Autores e continuo escrevendo. Recentemente dei vida a meu alter ego inumano, o Sr. Medo, que narra alguns de meus contos para um canal no You Tube.
Eu gosto muito de ler livros de mistério, HQ's, ver filmes e ouvir antigas canções de Heavy metal, mas o que me inspira mesmo a escrever é a boa e velha música clássica.
E-mail: noitesdehalloween@gmail.com
Site: https://noitesdehalloween.wixsite.com/allanfear





A ereção

          O coração dentro de meu peito acelerou enquanto um arrepio percorreu por minhas costas. Será que aquela tarada sexual conseguiria me fazer ter, novamente, uma ereção? Eu decidi ficar quieto e esperar para ver.

          A mulher enfiou a mão dentro da minha cueca, fazendo-me sentir seus dedos ásperos tocarem meu membro ainda desfalecido. Aproveitando que o rosto dela estava na minha frente, fitei-a, percebendo que ela aparentava já ter uns 40 anos, um rosto pastoso, cheio, com muitas papadas e uma grande verruga na ponta do queixo.

          A mulher começou a se abaixar e então senti sua boca quente começar a sorver a cabeça do meu membro, provocando arrepios intensos em todo meu corpo. Minha respiração começou a ficar entrecortada. Silenciosamente eu rezava para que pudesse ter uma ereção, pois isso poderia me curar e me fazer viril novamente.

          A mulher tarada sorvia, mamando como uma cabrita desmamada o meu membro, que mesmo emitindo alguns estímulos, continuava caído como uma minhoca morta.

          Por fim a velha ergueu a cabeça, ela lambia os lábios, um brilho pervertido faiscava em seus olhos escuros e cansados.

          A mulher mexeu rapidamente em sua bolsa que estava em seu colo e voltou a se inclinar sobre meu colo quando vi a grande tesoura prateada em sua mão direita enquanto que com a outra apertava o meu membro, esticando-o, pronta para cortá-lo.

          Por um instante o terror fez o sangue gelar em minhas veias, provocando uma aterrorizante e amedrontadora paralisia. A insana mulher simplesmente iria me capar no meio da viagem.

          Num impulso violento, consegui me libertar da paralisia do medo e agarrei sua mão com a tesoura. Eu estava chocado demais para falar alguma coisa.

          A mulher arregalou os olhos quando a contive, lançando-me um olhar de surpresa e ódio, cuspiu uma praga e rugindo como um animal, conseguido soltar a mão e cravou a tesoura no baco, passando a milímetros de meu ombro.

          A mulher obesa como uma porca pulou sobre mim, sentando-se em meu colo, fazendo-me sentir suas muitas toneladas de banhas, lutando para me matar, quando torci seu braço, fazendo a tesoura cair no chão e comecei a apertar seu pescoço, esganando-a com todas as minhas forças.

          Foi neste momento que algo inexplicável aconteceu, enquanto a estrangulava, com todas as minhas forças, fitando seus olhos dançarem loucamente nas órbitas, sua língua pendia debilmente da boca e eu senti meu membro começar a se erguer, endurecendo como rocha e de repente penetrando aquela mulher. Isso mesmo, simplesmente me senti dentro dela, que usava aquele vestido um tanto quanto curto, pelo visto sem nada por baixo.

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Allan Fear
A ereção

          O coração dentro de meu peito acelerou enquanto um arrepio percorreu por minhas costas. Será que aquela tarada sexual conseguiria me fazer ter, novamente, uma ereção? Eu decidi ficar quieto e esperar para ver.

          A mulher enfiou a mão dentro da minha cueca, fazendo-me sentir seus dedos ásperos tocarem meu membro ainda desfalecido. Aproveitando que o rosto dela estava na minha frente, fitei-a, percebendo que ela aparentava já ter uns 40 anos, um rosto pastoso, cheio, com muitas papadas e uma grande verruga na ponta do queixo.

          A mulher começou a se abaixar e então senti sua boca quente começar a sorver a cabeça do meu membro, provocando arrepios intensos em todo meu corpo. Minha respiração começou a ficar entrecortada. Silenciosamente eu rezava para que pudesse ter uma ereção, pois isso poderia me curar e me fazer viril novamente.

          A mulher tarada sorvia, mamando como uma cabrita desmamada o meu membro, que mesmo emitindo alguns estímulos, continuava caído como uma minhoca morta.

          Por fim a velha ergueu a cabeça, ela lambia os lábios, um brilho pervertido faiscava em seus olhos escuros e cansados.

          A mulher mexeu rapidamente em sua bolsa que estava em seu colo e voltou a se inclinar sobre meu colo quando vi a grande tesoura prateada em sua mão direita enquanto que com a outra apertava o meu membro, esticando-o, pronta para cortá-lo.

          Por um instante o terror fez o sangue gelar em minhas veias, provocando uma aterrorizante e amedrontadora paralisia. A insana mulher simplesmente iria me capar no meio da viagem.

          Num impulso violento, consegui me libertar da paralisia do medo e agarrei sua mão com a tesoura. Eu estava chocado demais para falar alguma coisa.

          A mulher arregalou os olhos quando a contive, lançando-me um olhar de surpresa e ódio, cuspiu uma praga e rugindo como um animal, conseguido soltar a mão e cravou a tesoura no baco, passando a milímetros de meu ombro.

          A mulher obesa como uma porca pulou sobre mim, sentando-se em meu colo, fazendo-me sentir suas muitas toneladas de banhas, lutando para me matar, quando torci seu braço, fazendo a tesoura cair no chão e comecei a apertar seu pescoço, esganando-a com todas as minhas forças.

          Foi neste momento que algo inexplicável aconteceu, enquanto a estrangulava, com todas as minhas forças, fitando seus olhos dançarem loucamente nas órbitas, sua língua pendia debilmente da boca e eu senti meu membro começar a se erguer, endurecendo como rocha e de repente penetrando aquela mulher. Isso mesmo, simplesmente me senti dentro dela, que usava aquele vestido um tanto quanto curto, pelo visto sem nada por baixo.

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