Alucinação - Allan Fear
Allan Fear
Eu sou Allan Fear, um escritor de contos, em sua maioria de terror. Desde a adolescência que gostava de escrever e desenhar, confesso que tenho um gosto um tanto excêntrico pelo horror. Vivo tendo idéias horripilantes o tempo todo. Gosto de escrever contos tanto para crianças quanto para adultos.
Eu tenho algumas obras publicadas pela editora Clube de Autores e continuo escrevendo. Recentemente dei vida a meu alter ego inumano, o Sr. Medo, que narra alguns de meus contos para um canal no You Tube.
Eu gosto muito de ler livros de mistério, HQ's, ver filmes e ouvir antigas canções de Heavy metal, mas o que me inspira mesmo a escrever é a boa e velha música clássica.
E-mail: noitesdehalloween@gmail.com
Site: https://noitesdehalloween.wixsite.com/allanfear





Alucinação

Cegado pela luz do luar.

Ainda haverá uma estrela para me guiar?

Ouvindo o soar dos sinos do demônio.

Eu agora sei que minha vida não foi mais que um sonho.

O brilho do sol que iluminava os meus dias felizes não passou de um lampejo.

Luz pálida, amarela, que logo se apagou.

Os luares tristonhos ainda me recordam sonhos.

E o céu negro como carvão reflete minha solidão.

A depressão de estar trancafiado em um mundo de ilusão.

O amor foi minha perdição.

A dor minha única paixão.

E o ódio? Talvez minha única razão?

Oh! Mas deve haver algo de bom em meu sangrento coração.

Um álibi? Uma paixão? Ou quem sabe uma ambição?

Ou talvez as legiões do inferno tenham razão, em dizer que eu não passo de uma psicótica alucinação.

 

Allan Fear
Alucinação

Cegado pela luz do luar.

Ainda haverá uma estrela para me guiar?

Ouvindo o soar dos sinos do demônio.

Eu agora sei que minha vida não foi mais que um sonho.

O brilho do sol que iluminava os meus dias felizes não passou de um lampejo.

Luz pálida, amarela, que logo se apagou.

Os luares tristonhos ainda me recordam sonhos.

E o céu negro como carvão reflete minha solidão.

A depressão de estar trancafiado em um mundo de ilusão.

O amor foi minha perdição.

A dor minha única paixão.

E o ódio? Talvez minha única razão?

Oh! Mas deve haver algo de bom em meu sangrento coração.

Um álibi? Uma paixão? Ou quem sabe uma ambição?

Ou talvez as legiões do inferno tenham razão, em dizer que eu não passo de uma psicótica alucinação.