BELFEGOR - Allan Fear
Allan Fear
Eu sou Allan Fear, um escritor de contos, em sua maioria de terror. Desde a adolescência que gostava de escrever e desenhar, confesso que tenho um gosto um tanto excêntrico pelo horror. Vivo tendo idéias horripilantes o tempo todo. Gosto de escrever contos tanto para crianças quanto para adultos.
Eu tenho algumas obras publicadas pela editora Clube de Autores e continuo escrevendo. Recentemente dei vida a meu alter ego inumano, o Sr. Medo, que narra alguns de meus contos para um canal no You Tube.
Eu gosto muito de ler livros de mistério, HQ's, ver filmes e ouvir antigas canções de Heavy metal, mas o que me inspira mesmo a escrever é a boa e velha música clássica.
E-mail: noitesdehalloween@gmail.com
Site: https://noitesdehalloween.wixsite.com/allanfear





BELFEGOR

            Jéssica se deitou e puxou o edredom até cobrir a cabeça. Lá fora a chuva continuava a cair. Os trovões retumbavam ao longe. Ela sentia seu corpo frio como gelo.

            -Ãhhh??? – Jéssica sentiu algo pular sobre seu peito. Então ela ouviu o ronronar e quando, cautelosamente retirou o edredom de sua cabeça, fitou, na penumbra do aposento, Belfegor sentado sobre ela.

Os olhos do felino faiscaram um brilho infernal e ele exalou um miado fantasmagórico que a fez sentir todo seu corpo se arrepiar.

Jéssica sentiu o calafrio do pavor gelar o sangue em suas veias enquanto encarava o gato morto e pôde finalmente entender como aquele animal estava adentrando a casa mesmo com portas e janelas fechadas.

Pobre Jéssica, ela havia solucionado aquele mistério, mas agora ela tinha um problema: como ela faria para que Belfegor ficasse do lado de fora da casa?

 

 

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Allan Fear
BELFEGOR

            Jéssica se deitou e puxou o edredom até cobrir a cabeça. Lá fora a chuva continuava a cair. Os trovões retumbavam ao longe. Ela sentia seu corpo frio como gelo.

            -Ãhhh??? – Jéssica sentiu algo pular sobre seu peito. Então ela ouviu o ronronar e quando, cautelosamente retirou o edredom de sua cabeça, fitou, na penumbra do aposento, Belfegor sentado sobre ela.

Os olhos do felino faiscaram um brilho infernal e ele exalou um miado fantasmagórico que a fez sentir todo seu corpo se arrepiar.

Jéssica sentiu o calafrio do pavor gelar o sangue em suas veias enquanto encarava o gato morto e pôde finalmente entender como aquele animal estava adentrando a casa mesmo com portas e janelas fechadas.

Pobre Jéssica, ela havia solucionado aquele mistério, mas agora ela tinha um problema: como ela faria para que Belfegor ficasse do lado de fora da casa?

 

 

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