Calafrios - Allan Fear
Allan Fear
Eu sou Allan Fear, um escritor de contos, em sua maioria de terror. Desde a adolescência que gostava de escrever e desenhar, confesso que tenho um gosto um tanto excêntrico pelo horror. Vivo tendo idéias horripilantes o tempo todo. Gosto de escrever contos tanto para crianças quanto para adultos.
Eu tenho algumas obras publicadas pela editora Clube de Autores e continuo escrevendo. Recentemente dei vida a meu alter ego inumano, o Sr. Medo, que narra alguns de meus contos para um canal no You Tube.
Eu gosto muito de ler livros de mistério, HQ's, ver filmes e ouvir antigas canções de Heavy metal, mas o que me inspira mesmo a escrever é a boa e velha música clássica.
E-mail: noitesdehalloween@gmail.com
Site: https://noitesdehalloween.wixsite.com/allanfear





Calafrios

Aconteceu à noite, depois da meia-noite.

Abri os olhos e contemplei apenas as trevas.

Meu coração batia acelerado dentro do peito.

Sentia minha pele se arrepiar.

Meu sangue dentro das veias a congelar.

Engolia a seco, enquanto o perturbador silêncio da madrugada vinha para me atormentar.

Pesadelos, os mais escabrosos, aterrorizavam os meus sonhos.

Lá fora, logo uma tempestade começava a trovejar.

Se eu fechava os olhos para dormir, pesadelos os mais assustadores vinham a me apavorar.

Se eu permanecia acordado, inquietava-me com temores fantasmais.

À noite, em que solitário em meu quarto apavorava-me em horror, parecia não findar.

A luz do amanhã teimava em tardar.

Meus medos insistiam em me aterrorizar.

E o terror persistia em me atormentar, até o dia chegar, mas para recomeçar, assim que a escabrosa noite voltar.

Allan Fear
Calafrios

Aconteceu à noite, depois da meia-noite.

Abri os olhos e contemplei apenas as trevas.

Meu coração batia acelerado dentro do peito.

Sentia minha pele se arrepiar.

Meu sangue dentro das veias a congelar.

Engolia a seco, enquanto o perturbador silêncio da madrugada vinha para me atormentar.

Pesadelos, os mais escabrosos, aterrorizavam os meus sonhos.

Lá fora, logo uma tempestade começava a trovejar.

Se eu fechava os olhos para dormir, pesadelos os mais assustadores vinham a me apavorar.

Se eu permanecia acordado, inquietava-me com temores fantasmais.

À noite, em que solitário em meu quarto apavorava-me em horror, parecia não findar.

A luz do amanhã teimava em tardar.

Meus medos insistiam em me aterrorizar.

E o terror persistia em me atormentar, até o dia chegar, mas para recomeçar, assim que a escabrosa noite voltar.