O maior filho da puta do Brasil - Allan Fear
Allan Fear
Eu sou Allan Fear, um escritor de contos, em sua maioria de terror. Desde a adolescência que gostava de escrever e desenhar, confesso que tenho um gosto um tanto excêntrico pelo horror. Vivo tendo idéias horripilantes o tempo todo. Gosto de escrever contos tanto para crianças quanto para adultos.
Eu tenho algumas obras publicadas pela editora Clube de Autores e continuo escrevendo. Recentemente dei vida a meu alter ego inumano, o Sr. Medo, que narra alguns de meus contos para um canal no You Tube.
Eu gosto muito de ler livros de mistério, HQ's, ver filmes e ouvir antigas canções de Heavy metal, mas o que me inspira mesmo a escrever é a boa e velha música clássica.
E-mail: noitesdehalloween@gmail.com
Site: https://noitesdehalloween.wixsite.com/allanfear





O maior filho da puta do Brasil

        -Nada melhor do que correr um pouco para me exercitar. – Murmurou Malungo para si mesmo enquanto dava no pé.
Malungo entrou no Walmart alguns minutos depois, o supermercado estava vazio, pegou um carinho e foi para a sessão de bebidas, o suor gotejava da testa, depois passou no açougue e pegou várias linguiças defumadas já embaladas.

        Malungo já se encaminhava para o caixa quando viu uma jovem freira, morena, na casa dos 35 anos, era baixinha, e estava inclinada na gôndola de conservas, um crucifixo grande oscilava junto ao peito preso por uma correntinha.

        Um pensamento maquiavélico passou de forma sórdida na mente de Malungo, enquanto fitava o traseiro da freirinha empinado naquele justo hábito religioso de cor negra.

        Rápido como um felino Malungo não conseguiu se conter, era impulsivo demais, não resistir em dar vida a seus pensamentos insanos, e num ato impensado, mas que parecia ensaiado, arrancou num puxão, usando a mão direita, o grande crucifixo prateado que balançava como um pêndulo no peito da freira, levantou sua vestimenta com a mão esquerda e introduziu o objeto prateado no órgão sexual da mulher, rasgando sua calcinha numa espetada certeira como uma facada.

        -AAAAAIIIIEEEEEHHHH!!! – o berro explodiu loucamente da garganta da mulher, que se jogou no chão, contorcendo-se de dor, espantada, aterrorizada e surpresa ao mesmo tempo.

        Malungo pegou seu carrinho de compras e deixou o corredor cumprido, satisfeito com sua façanha.

        No caixa, de onde se ouvia os gemidos de uma mulher aterrorizada, Malungo colocou na esteira as caixas de latinhas de cerveja e vários pacotes de linguiças defumadas.

        A mulher do caixa, uma senhora bem vestida, na casa dos 60 anos, que usava óculos de grau, tinha o cabelo já grisalho penteado para trás, preso em um rabo de cavalo.

        -ÃÃhhh? – Assustou-se a mulher do caixa enquanto pegava os pacotes de chouriço e ia passando no Bip para registar as compras. Ela sentiu algo quente, mole e viscoso em sua mão, ajeitou os óculos e começou a gritar quando viu que segurava o membro de Malungo, que sorrateiramente o havia colocado para fora no meio dos alimentos.

        A mulher tremia, estava aturdida, embaraçada, totalmente sem reação, com uma cara de nojo pavorosa, vermelha como um tomate enquanto Malungo a fitava com um sorriso doentio no rosto.

        Malungo deixou o Walmart, e andava tranquilamente segurando as sacolas de compras. Sentia-se muito feliz por estar de volta ao Brasil, sua terra amada, onde podia se divertir à vontade e todos dariam boas risadas.

        Malungo andava pela Rua Fernão Cardim quando sentiu a paulada na cabeça, um pouco acima da orelha direita, soou ruidosa como o quebrar de uma casca de ovo, e caiu na calçada, as cervejas estouraram e rolaram pelo asfalto.

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Allan Fear
O maior filho da puta do Brasil

        -Nada melhor do que correr um pouco para me exercitar. – Murmurou Malungo para si mesmo enquanto dava no pé.
Malungo entrou no Walmart alguns minutos depois, o supermercado estava vazio, pegou um carinho e foi para a sessão de bebidas, o suor gotejava da testa, depois passou no açougue e pegou várias linguiças defumadas já embaladas.

        Malungo já se encaminhava para o caixa quando viu uma jovem freira, morena, na casa dos 35 anos, era baixinha, e estava inclinada na gôndola de conservas, um crucifixo grande oscilava junto ao peito preso por uma correntinha.

        Um pensamento maquiavélico passou de forma sórdida na mente de Malungo, enquanto fitava o traseiro da freirinha empinado naquele justo hábito religioso de cor negra.

        Rápido como um felino Malungo não conseguiu se conter, era impulsivo demais, não resistir em dar vida a seus pensamentos insanos, e num ato impensado, mas que parecia ensaiado, arrancou num puxão, usando a mão direita, o grande crucifixo prateado que balançava como um pêndulo no peito da freira, levantou sua vestimenta com a mão esquerda e introduziu o objeto prateado no órgão sexual da mulher, rasgando sua calcinha numa espetada certeira como uma facada.

        -AAAAAIIIIEEEEEHHHH!!! – o berro explodiu loucamente da garganta da mulher, que se jogou no chão, contorcendo-se de dor, espantada, aterrorizada e surpresa ao mesmo tempo.

        Malungo pegou seu carrinho de compras e deixou o corredor cumprido, satisfeito com sua façanha.

        No caixa, de onde se ouvia os gemidos de uma mulher aterrorizada, Malungo colocou na esteira as caixas de latinhas de cerveja e vários pacotes de linguiças defumadas.

        A mulher do caixa, uma senhora bem vestida, na casa dos 60 anos, que usava óculos de grau, tinha o cabelo já grisalho penteado para trás, preso em um rabo de cavalo.

        -ÃÃhhh? – Assustou-se a mulher do caixa enquanto pegava os pacotes de chouriço e ia passando no Bip para registar as compras. Ela sentiu algo quente, mole e viscoso em sua mão, ajeitou os óculos e começou a gritar quando viu que segurava o membro de Malungo, que sorrateiramente o havia colocado para fora no meio dos alimentos.

        A mulher tremia, estava aturdida, embaraçada, totalmente sem reação, com uma cara de nojo pavorosa, vermelha como um tomate enquanto Malungo a fitava com um sorriso doentio no rosto.

        Malungo deixou o Walmart, e andava tranquilamente segurando as sacolas de compras. Sentia-se muito feliz por estar de volta ao Brasil, sua terra amada, onde podia se divertir à vontade e todos dariam boas risadas.

        Malungo andava pela Rua Fernão Cardim quando sentiu a paulada na cabeça, um pouco acima da orelha direita, soou ruidosa como o quebrar de uma casca de ovo, e caiu na calçada, as cervejas estouraram e rolaram pelo asfalto.

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