Ligação Cruzada - Bruno Costa
Bruno Costa
Faz parte de um grupo de RPG chamado Erro Crítico. Foi onde interpretou, durante três anos, um vampiro cafetão do século XIV. Antes de completar 19 anos, Bruno trepou com a Loucura. Depois, traiu sua amante com dois comprimidos.
Às 10:00 horas: Antietanol.
Às 22:00 horas: Carbamazepina. (Nunca entendeu esse aqui)
Foi outro relacionamento que terminou rápido. Ele desprezou a receita ilegível. Mas não reatou com a sua companheira de bebida. Só com o álcool e a solidão. E de vez em quando, a Loucura ainda quer uma rapidinha no escuro.
Ex-Louco cheio de cicatrizes de catapora no rosto. Escreve com violência. Ler até passar mal. Cospe tanta fumaça quanto um incêndio criminoso. Filho do velho Mundo das Trevas. Odeia seres humanos castrados. Ri da própria desgraça. Sonha com a extinção em massa. E tem amor pelas putas assumidas.
Com uma mistura de frescura e brutalidade, ele sentou-se com Álvares de Azevedo numa Noite na Taverna, o Poeta bebeu sangue de virgem, enquanto Bruno bebia o mijo do Diabo. Claro que passou mal!
Nunca mais parou de vomitar.
O resultado foi uma sopa de letrinhas que formam palavrões. No estilo: vai tomar no cu, filho da puta! Que mijo horrível! Coloca mais, aí!
E-mail: bruno.grazoonp@gmail.com
Wattpad: @Grazoon
Facebook: https://www.facebook.com/bruno.grazoon






Ligação Cruzada

      Apesar disso tudo, gostava desse trabalho.

      No final do expediente, a Maria me puxou pela blusa enquanto eu subia a escada para o térreo, pois trabalhávamos no subsolo.

      — Me espera aí, Caio. Vou no banheiro.

      — Beleza.

      Depois que ela voltou, fomos até a frente do prédio e esperamos pelos outros para acertar o nosso compromisso do outro dia. Logo chegaram Rosa, Manuela e Henrique. Fizemos um círculo.

      — E aí, Rosa, vai ou não? — perguntei.

    — Vou. — Ela sorriu.

      A Maria balançou a cabeça e devorou a Rosa com os olhos. As duas eram bem diferentes. Na verdade, todos nós. A única cola que nos unia era a safadeza. O nosso compromisso seria na casa da Manuela. Uma negra simpática com o rabo mais atrativo que já vi. Baixinha, cabelos cacheados e língua áspera. Ela me olhou.

     — Você vai levar o que?

      — Vinho.

      — Eeeeca!!!

      Fechei a cara. O Henrique interviu.

      — Levo tequila. — Ele pôs a mão no meu ombro.

      Olhei para ele e gargalhei.

      — Sério mesmo?!

      — Claro!

      Confiei na palavra dele. Mas ainda sim, eu levaria o vinho. Gostava de vinho. Acertamos todos os detalhes, ou quase todos. Não tinha como acertar tudo, afinal, o que poderia e o que não poderia acontecer numa suruba?

      Além de cola, a gala nos uniria mais ainda. Eu e Maria nos dávamos bem. Ela tinha o cabelo raspado e se vestia com roupas masculinas. Usava uns brincos legais e tinha muitas tatuagens. Mesmo não usando decote, dava para ter uma noção dos peitões dela. Já a Rosa, era um anjo. Cabelos lisos e loiros, magrinha com as pernas torneadas e bunda empinada. O único defeito era o namorado imbecil, ele era o motivo dela ter demorado tanto para se decidir. Rosa quase não tinha peitos, mas eu ficava duro só de olhar para ela. A Maria também tinha um tesão monstro por essa flor angelical.

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Bruno Costa
Ligação Cruzada

      Apesar disso tudo, gostava desse trabalho.

      No final do expediente, a Maria me puxou pela blusa enquanto eu subia a escada para o térreo, pois trabalhávamos no subsolo.

      — Me espera aí, Caio. Vou no banheiro.

      — Beleza.

      Depois que ela voltou, fomos até a frente do prédio e esperamos pelos outros para acertar o nosso compromisso do outro dia. Logo chegaram Rosa, Manuela e Henrique. Fizemos um círculo.

      — E aí, Rosa, vai ou não? — perguntei.

    — Vou. — Ela sorriu.

      A Maria balançou a cabeça e devorou a Rosa com os olhos. As duas eram bem diferentes. Na verdade, todos nós. A única cola que nos unia era a safadeza. O nosso compromisso seria na casa da Manuela. Uma negra simpática com o rabo mais atrativo que já vi. Baixinha, cabelos cacheados e língua áspera. Ela me olhou.

     — Você vai levar o que?

      — Vinho.

      — Eeeeca!!!

      Fechei a cara. O Henrique interviu.

      — Levo tequila. — Ele pôs a mão no meu ombro.

      Olhei para ele e gargalhei.

      — Sério mesmo?!

      — Claro!

      Confiei na palavra dele. Mas ainda sim, eu levaria o vinho. Gostava de vinho. Acertamos todos os detalhes, ou quase todos. Não tinha como acertar tudo, afinal, o que poderia e o que não poderia acontecer numa suruba?

      Além de cola, a gala nos uniria mais ainda. Eu e Maria nos dávamos bem. Ela tinha o cabelo raspado e se vestia com roupas masculinas. Usava uns brincos legais e tinha muitas tatuagens. Mesmo não usando decote, dava para ter uma noção dos peitões dela. Já a Rosa, era um anjo. Cabelos lisos e loiros, magrinha com as pernas torneadas e bunda empinada. O único defeito era o namorado imbecil, ele era o motivo dela ter demorado tanto para se decidir. Rosa quase não tinha peitos, mas eu ficava duro só de olhar para ela. A Maria também tinha um tesão monstro por essa flor angelical.

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