Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
C.B. Kaihatsu
C. B. Kaihatsu é escritora, poetisa, engenheira de controle e automação, bailarina clássica e de jazz e colunista cultural do Jornal Tribuna de Paulínia, da revista Amazing e do site CultEcléticos.
Coautora do livro “Retalhos: Almas em Versos” (Editora Empíreo), vencedor do Prêmio Brasil Entre Palavras na categoria Melhor Livro de Poesia de 2016, também participou das antologias: Mais Amor, Por Favor (Editora Coerência), Arquivos do Mal (Editora Coerência), A Arte do Terror – Cartas (Elemental Editoração). É organizadora da antologia de contos de terror e suspense “A Sociedade dos Corvos” publicada este ano pela Editora Coerência. O Mestre do Horror, R. F. Lucchetti, participa como prefaciador e autor convidado.
Ainda em 2017, possui participação nas antologias: Vampiro: Um Livro Colaborativo (Editora Empíreo) , Playlist – Contos Musicais (Editora Rouxinol) e Noite Natalina (Editora Skull).
Fã de Fórmula 1, já colaborou com artigos para o blog F1 – Fórmula 1.

E-mail: c.b.kaihatsu@gmail.com
Fanpage: facebook.com/C.B.Kaihatsu
Wattpad: CBKaihatsu






À Meia-Noite Não Levarás Minha Alma

O meu coração dispara
E o medo me domina
Minhas entranhas ardem em brasa, mas
À meia-noite não levarás minha alma.

Vejo uma cova rasa
Há terra incrustada embaixo das minhas unhas
Sinto um cheiro forte de enxofre, mas
À meia-noite não levarás minha alma.

Um cântico satânico ecoa
Profanando o silêncio
Uma mão descarnada toca meu ombro, mas
À meia-noite não levarás minha alma.

És tolo e insolente
Não sabes quem é esta que fala?
Não podes ceifar-me a vida
À meia-noite não levarás minha alma

Sou a Dama da Noite
Contemple o esplendor da Morte
Ainda que sejas o demônio personificado
À meia-noite eu levarei tua alma.

 

C.B. Kaihatsu
À Meia-Noite Não Levarás Minha Alma

O meu coração dispara
E o medo me domina
Minhas entranhas ardem em brasa, mas
À meia-noite não levarás minha alma.

Vejo uma cova rasa
Há terra incrustada embaixo das minhas unhas
Sinto um cheiro forte de enxofre, mas
À meia-noite não levarás minha alma.

Um cântico satânico ecoa
Profanando o silêncio
Uma mão descarnada toca meu ombro, mas
À meia-noite não levarás minha alma.

És tolo e insolente
Não sabes quem é esta que fala?
Não podes ceifar-me a vida
À meia-noite não levarás minha alma

Sou a Dama da Noite
Contemple o esplendor da Morte
Ainda que sejas o demônio personificado
À meia-noite eu levarei tua alma.