A Oração da Cabra Preta - D.A. Potens
D. A. Potens
D.A. Potens, pseudônimo de Danilo de Almeida, 23 anos, reside à Capital de São Paulo, é escritor de terror, horror, suspense, drama e fantasia; sendo suas inspirações os filmes de terror japoneses, bem como os grandes clássicos como Sexta-feira 13, além de animes do gênero. Atualmente escreve contos imersos no estilo gore e os publica na plataforma de publicação Wattpad. Alguns deles são: A Dama de Branco, Sursum Corda, Soterrados e A Oração da Cabra Preta, seu texto mais contemplado. Acredita que o terror é uma sublime ferramenta dos demônios humanos, por mais que tentem escondê-los a todo custo por baixo de máscaras etéreas.





A Oração da Cabra Preta

Mais perto do que se imagina.

Catarina, dinheiro na tina e na minha mão não há de faltar; com sede, tu, nem eu, não haveremos de acabar; de tiro e faca, nem tu, nem eu, não há de nos pegar; meus inimigos não hão de me enxergar! — Os vidros estouraram!

Ricardo, você tem certeza de que deseja continuar?

— SIM! Eu preciso disso!

Então lhe darei um pouco mais de inteligência. Isso lhe permitirá fazer o que deseja do fundo do coração. Mas, ao final, há um preço a ser pago. Você compreende?

— Eu aceito seu poder!

***

— Vem aqui, sua vagabunda! — eu disse, arrastando-a pelos cabelos.

Ela queria ser tão popular, desejada, a soberana sobre a vontade dos homens, mas veja como ela está agora: chorando, vendo o namoradinho urrar de dor enquanto segura o toco do que fora um pênis ereto minutos antes.

A sensação foi a melhor de todas!

Eles estavam transando como coelhos. O macho enrijecido bombeando a vagina de Catarina com ferocidade em busca do ápice do prazer. Você acha que eu permitiria uma putaria dessas?! Tratei de abrir a porta da casa com a ajuda da cabra, agora, andando atrás de mim. O barulho alertou o casal, que, transtornado, tentou se vestir antes que eu tirasse do meu bolso uma adaga afiada, corresse e passasse pelos seios da vadia insolente, fazendo-a gritar como uma cadela que era.

O rapaz loiro dos olhos azuis — tão desejado por todos — veio atrás de mim, porém, a cabra gritou no momento em que eu seria atingido por um soco, paralisando o maldito. Eu sorri de cabo a rabo, acariciei o peito do jovem e ouvi os gritos de Catarina ao fundo. Pobre garota, ela não poderia defendê-lo. Assistiria com pavor à primeira parte da minha apresentação. E você, não acha que eles merecem?

Faria algo diferente?

— Você é o tal do Marcos… — eu disse, passando a faca de leve por sua pele só para assustá-lo. Ele gemia baixinho, como um ganso sendo estrangulado, e isso me excitava de um jeito que você não consegue imaginar.

Virei meu rosto para Catarina, fitando seus olhos marejados e suas bochechas vermelhas como um vulcão. Chore! Sofra! Eu quero que você seja destruída até o fundo do inferno, sua desgraçada! Usou-me, me tratou como um lixo. Agora, a escória terá a sua vingança. É tão comum que as pessoas usem umas as outras, mas sempre há o momento do pagamento.

— Você gosta do pênis dele? — perguntei, acariciando a barriga do jovem, descendo por suas pernas até segurá-lo pelo pinto murcho; outrora dentro dela. — Você gosta? Responda!

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D. A. Potens
A Oração da Cabra Preta

Mais perto do que se imagina.

Catarina, dinheiro na tina e na minha mão não há de faltar; com sede, tu, nem eu, não haveremos de acabar; de tiro e faca, nem tu, nem eu, não há de nos pegar; meus inimigos não hão de me enxergar! — Os vidros estouraram!

Ricardo, você tem certeza de que deseja continuar?

— SIM! Eu preciso disso!

Então lhe darei um pouco mais de inteligência. Isso lhe permitirá fazer o que deseja do fundo do coração. Mas, ao final, há um preço a ser pago. Você compreende?

— Eu aceito seu poder!

***

— Vem aqui, sua vagabunda! — eu disse, arrastando-a pelos cabelos.

Ela queria ser tão popular, desejada, a soberana sobre a vontade dos homens, mas veja como ela está agora: chorando, vendo o namoradinho urrar de dor enquanto segura o toco do que fora um pênis ereto minutos antes.

A sensação foi a melhor de todas!

Eles estavam transando como coelhos. O macho enrijecido bombeando a vagina de Catarina com ferocidade em busca do ápice do prazer. Você acha que eu permitiria uma putaria dessas?! Tratei de abrir a porta da casa com a ajuda da cabra, agora, andando atrás de mim. O barulho alertou o casal, que, transtornado, tentou se vestir antes que eu tirasse do meu bolso uma adaga afiada, corresse e passasse pelos seios da vadia insolente, fazendo-a gritar como uma cadela que era.

O rapaz loiro dos olhos azuis — tão desejado por todos — veio atrás de mim, porém, a cabra gritou no momento em que eu seria atingido por um soco, paralisando o maldito. Eu sorri de cabo a rabo, acariciei o peito do jovem e ouvi os gritos de Catarina ao fundo. Pobre garota, ela não poderia defendê-lo. Assistiria com pavor à primeira parte da minha apresentação. E você, não acha que eles merecem?

Faria algo diferente?

— Você é o tal do Marcos… — eu disse, passando a faca de leve por sua pele só para assustá-lo. Ele gemia baixinho, como um ganso sendo estrangulado, e isso me excitava de um jeito que você não consegue imaginar.

Virei meu rosto para Catarina, fitando seus olhos marejados e suas bochechas vermelhas como um vulcão. Chore! Sofra! Eu quero que você seja destruída até o fundo do inferno, sua desgraçada! Usou-me, me tratou como um lixo. Agora, a escória terá a sua vingança. É tão comum que as pessoas usem umas as outras, mas sempre há o momento do pagamento.

— Você gosta do pênis dele? — perguntei, acariciando a barriga do jovem, descendo por suas pernas até segurá-lo pelo pinto murcho; outrora dentro dela. — Você gosta? Responda!

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