Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
David Gomes
David Gomes. Meu nome, mas não sou eu. Quem sou fora das palavras? Uma máquina orgânica, complexa, lançada no mundo. Poeta, compositor, musicista repudiado, amante da Filosofia e maníaco das películas de horror. David é medo, desespero, ansiedade, questionamento, gargalhada e choro. Falar sobre um ser humano em construção é algo bastante complicado, posso fornecer sínteses, interpretações, mas somente eu saberei interiormente o que me constitui a cada segundo fracionado. Quem sabe até eu não saiba quem sou. A vida é o maior exemplo concreto de contradição do que se é viver.




Síntese sobre loucura

O que dizer sobre a concepção de loucura na Grécia antiga? Na atualidade tudo é padrão. Metodologia diferente? É patológico…

Os antigos afirmavam, que o louco é uma pessoa que foge dos padrões, simplesmente, por não querer usar a razão, de modo robótico.

Louco pensa, não é somente instinto. Com aporia dar-te-ei um nó corrediço, em sua garganta. Entre causalidade, transbordar multiplicidades. Da simetria torta do pensar, ultrapasso a metafísica, no sorrir e agonizar.

Se para ser, se faz argumentar, por que, então, em meu intelecto, não tenho somente o direito de me privar? Calo-me, Grito, atiro pedras. Não rasgo dinheiro, rasgo ideias, papeis, roteiros.

O real não é representado por si próprio, mas por finalidades banais, representar algo, não relaciona o objeto da xerox, que, por vezes, nem sabemos do que se trata.

A realidade é complexa, pensamentos dão forma a ideias. Por quê devemos seguir linhas retas? Da curva, não se sabe ao certo, qual caminho é correto, da moralidade, pessoas insetos, que não mudam, mesmo estando em mobilidade, até o seu findar-se.

Deparo-me com a lama aurora, líderes ridículos, juventude bosta, no seio de querer demostrar que sabem de tudo, buscam prazer na humilhação, crueldade, egoísmo, ambição. Vontade de superioridade, ética da individualidade.

Diante da síntese, novamente, calo-me.

 

 

David Gomes
Síntese sobre loucura

O que dizer sobre a concepção de loucura na Grécia antiga? Na atualidade tudo é padrão. Metodologia diferente? É patológico…

Os antigos afirmavam, que o louco é uma pessoa que foge dos padrões, simplesmente, por não querer usar a razão, de modo robótico.

Louco pensa, não é somente instinto. Com aporia dar-te-ei um nó corrediço, em sua garganta. Entre causalidade, transbordar multiplicidades. Da simetria torta do pensar, ultrapasso a metafísica, no sorrir e agonizar.

Se para ser, se faz argumentar, por que, então, em meu intelecto, não tenho somente o direito de me privar? Calo-me, Grito, atiro pedras. Não rasgo dinheiro, rasgo ideias, papeis, roteiros.

O real não é representado por si próprio, mas por finalidades banais, representar algo, não relaciona o objeto da xerox, que, por vezes, nem sabemos do que se trata.

A realidade é complexa, pensamentos dão forma a ideias. Por quê devemos seguir linhas retas? Da curva, não se sabe ao certo, qual caminho é correto, da moralidade, pessoas insetos, que não mudam, mesmo estando em mobilidade, até o seu findar-se.

Deparo-me com a lama aurora, líderes ridículos, juventude bosta, no seio de querer demostrar que sabem de tudo, buscam prazer na humilhação, crueldade, egoísmo, ambição. Vontade de superioridade, ética da individualidade.

Diante da síntese, novamente, calo-me.