O Ódio nasce em uma foz chamada Amor (Parte 1/2) - Fabiano Soares
Fabiano Soares
Formado em jornalismo, detesta jornalismo. Escrito assim em terceira pessoa parece melhor para uma minibiografia. Fabiano tenta se dedicar a muitas coisas, levando-se pela paixão das diversas formas de artes: música, textos, filmes. E é nessa esquizofrenia de interesses, onde tenta dedicar-se um pouco a cada coisa que acaba como um jornalista: sabendo nada de muita coisa. Não sabe fazer música, não sabe escrever textos e não sabe fazer filmes. Mas tenta fazer tudo isso e segue, literalmente, amador. É isso mesmo que ele quer. Apaixonado também por temas sombrios e por uma sombria vontade de avacalhar temas sombrios, não consegue fazer nada sério, portanto, não criem expectativas. Divirtam-se, ou não.
E-mail: fabianocabeludo@yahoo.com.br
Facebook: facebook.com/fabiano. cabeludosoares






O Ódio nasce em uma foz chamada Amor (Parte 1/2)

*

            Chegando em casa, Renato dá um beijo seco em Flávia e vai para o banheiro. No banho, só pensa em Cristina: Que coxas, que buceta, que rabo, que boca! Lembrou do incidente no motel, quando, enquanto ele segurava Flávia um pouco no alto e a chupava, ela chupava Cristina, que estava deitada na cama, que chupava Renato, que estava em pé. Por um desses acasos, Flávia chupava de tal modo Cristina que a fez gozar, e no tremelique do gozo, Cristina empolgou-se nos movimentos de cabeça, subindo e involuntariamente engolindo toda a piroca de Renato, o que fez ele descarregar todo o sêmen em sua garganta, gozando gostoso. No entanto, a junção dos dois gozos fez com que Renato perdesse um pouco de força, e com Flávia apoiada em seus braços, ele acabou dobrando um pouco os joelhos, o que fez o pau descer mais fundo ainda na garganta de Cristina; ela, por sua vez, não tinha controle total de seu corpo, já que gozava e demorava um pouco a compreender o que estava acontecendo. Quando começou a lutar pela vida, engasgada com o pau e a porra de Renato, ele estava tentando tirar Flávia dos braços, e deixá-la em um lugar na cama; uns segundos que pareceram minutos para Cristina, que já encontrava-se com olheiras roxas e a ânsia de vômito tentava subir, mas era sufocada pela piroca. No momento em que Flávia foi jogada na cama, ao lado da amiga, Renato conseguiu levantar-se e desatolar Cristina, que na mesma hora cuspiu uma mistura de porra, baba e vômito. Como ela estava com a cabeça para baixo, o líquido espesso escorreu-lhe face abaixo (ou acima, já que estava com a cabeça invertida), e ficou com porra adulterada escorrendo da boca para o nariz e os olhos. Tentava cuspir, mas o cuspe caía nos olhos. Uma verdadeira bagunça que interrompeu a brincadeira por pouco tempo. Só de lembrar isso, o gozo intenso do boquete mágico, Renato, sem perceber, estava tocando punheta. Era certo: estava apaixonado.

            Relutou um pouco, pensou no companheirismo de Flávia, e em como seria injusto com ela, que o apresentou à Cristina, mas só tinha aquela vida, e precisava tomar uma decisão. Esfriou a cabeça tomando um banho frio.

            Ao chegar no quarto, Flávia encontrava-se de bruços, roçando o lençol contra seu corpo e fechando as pernas, bem vagarosamente. Ele deitou-se ao lado dela, que estava nua. Ela passou o lençol para a mão direita e continuou a esfregar-se, e tentou com a mão esquerda pegar a mão de Renato para ele tocá-la, sentir o quanto estava molhada. Ele negou. Ela estranhou, mas continuou, imaginou que ele não tivesse entendido o que queria. Olhou para Renato e percebeu uma seriedade em seu olhar. Diminuiu seus movimentos até parar.

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Fabiano Soares
O Ódio nasce em uma foz chamada Amor (Parte 1/2)

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            Chegando em casa, Renato dá um beijo seco em Flávia e vai para o banheiro. No banho, só pensa em Cristina: Que coxas, que buceta, que rabo, que boca! Lembrou do incidente no motel, quando, enquanto ele segurava Flávia um pouco no alto e a chupava, ela chupava Cristina, que estava deitada na cama, que chupava Renato, que estava em pé. Por um desses acasos, Flávia chupava de tal modo Cristina que a fez gozar, e no tremelique do gozo, Cristina empolgou-se nos movimentos de cabeça, subindo e involuntariamente engolindo toda a piroca de Renato, o que fez ele descarregar todo o sêmen em sua garganta, gozando gostoso. No entanto, a junção dos dois gozos fez com que Renato perdesse um pouco de força, e com Flávia apoiada em seus braços, ele acabou dobrando um pouco os joelhos, o que fez o pau descer mais fundo ainda na garganta de Cristina; ela, por sua vez, não tinha controle total de seu corpo, já que gozava e demorava um pouco a compreender o que estava acontecendo. Quando começou a lutar pela vida, engasgada com o pau e a porra de Renato, ele estava tentando tirar Flávia dos braços, e deixá-la em um lugar na cama; uns segundos que pareceram minutos para Cristina, que já encontrava-se com olheiras roxas e a ânsia de vômito tentava subir, mas era sufocada pela piroca. No momento em que Flávia foi jogada na cama, ao lado da amiga, Renato conseguiu levantar-se e desatolar Cristina, que na mesma hora cuspiu uma mistura de porra, baba e vômito. Como ela estava com a cabeça para baixo, o líquido espesso escorreu-lhe face abaixo (ou acima, já que estava com a cabeça invertida), e ficou com porra adulterada escorrendo da boca para o nariz e os olhos. Tentava cuspir, mas o cuspe caía nos olhos. Uma verdadeira bagunça que interrompeu a brincadeira por pouco tempo. Só de lembrar isso, o gozo intenso do boquete mágico, Renato, sem perceber, estava tocando punheta. Era certo: estava apaixonado.

            Relutou um pouco, pensou no companheirismo de Flávia, e em como seria injusto com ela, que o apresentou à Cristina, mas só tinha aquela vida, e precisava tomar uma decisão. Esfriou a cabeça tomando um banho frio.

            Ao chegar no quarto, Flávia encontrava-se de bruços, roçando o lençol contra seu corpo e fechando as pernas, bem vagarosamente. Ele deitou-se ao lado dela, que estava nua. Ela passou o lençol para a mão direita e continuou a esfregar-se, e tentou com a mão esquerda pegar a mão de Renato para ele tocá-la, sentir o quanto estava molhada. Ele negou. Ela estranhou, mas continuou, imaginou que ele não tivesse entendido o que queria. Olhou para Renato e percebeu uma seriedade em seu olhar. Diminuiu seus movimentos até parar.

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