Jogo da Dominação - Gerson Machado De Avillez
Gerson Machado De Avillez
Fotógrafo, autor nas horas vagas, teólogo, filósofo e pedagogo por formação. Portador da Síndrome de Aspeger com superdotação (Qi 163), trabalhou em eventos culturais nas Lonas Culturais no Rio (2002) onde produziu e fotografou, com fotos publicadas em jornais cariocas. Posteriormente trabalhou na Globo como fiscal de figuração pela agência MMCDI na novela Avenida Brasil (2012). Membro votante do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Rio de Janeiro, membro número 1017 do CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica), UBE (União Brasileira de Escritores) e da Sal (Sociedade de Artes de São Gonçalo), escreveu artigos para a Revista Somnium, teve contos selecionados e publicados na Revista Litera, site Maldohorror, Arte do Terror, Mirage, Primeiro Capítulo, Conexão Literatura, Creepypasta Brasil assim como autor da semana com artigos de destaque na Obvious Mag. Finalista de diversos concursos literários, tendo os contos 'O Poço' (2017) e 'Inominável do Além' (2018) selecionado como um dos melhores de seus respectivos anos pela revisa Litera Livre. Tem 25 livros escritos e dois publicados, 'Adormecidos' (2011 - Ryoki Produções) e 'Síndrome Celestial' (2013 - Ed. Multifoco).

E-mail: gersonavillez46@hotmail.com
Site: gersonavillez.jimdo.com





Jogo da Dominação

— Que destino? — Cortou Nakamura perplexo ao ter sua biometria gravada na máquina. — Você não me respondeu!

Repentinamente um raio verde fora lançado na cabeça deles fazendo uma varredura mental de suas mentes enquanto numa outra tela aparecia o quadro progressivo até que a mente de Nakamura surgiu uma mensagem pulsante na tela informando: Mente compatível. O holograma sorriu e então um zumbido surdo sucedeu fazendo Nakamura se contorcer até cair de joelhos ao chão como se uma dor de cabeça lancinante lhe sobreviesse. Norbet o escorou sem saber o que fazer e apontando sua arma para a tela vociferou nervoso para que o programa cessasse fosse o que fosse que fizesse.

Norbet deu tiros sobre a máquina inutilmente. Era tarde, uma novamente mensagem surgiu na tela informando estar transferindo a mente de Álvaro digitalizada para o vencedor o qual a inteligência era capaz de comportar a nova consciência por ele transmitida. Norbet deu mais tiros a esmo enquanto vociferava, mas não sabia como parar aquilo. Nakamura no desespero fintou o suspeito morto e compreendeu por qual motivo ele se matou, o vencedor era o eleito para carregar a mente de Álvaro a um alvorecer tenebroso onde os planos seriam finalizados por este. Num último esforço Nakamura pegou a arma como se lutasse contra si mesmo, mas Norbet o segurou numa luta corporal até que Nakamura parou de reagir e tudo silenciou.

— O que você fez com ele? Liberte-o! — Vociferou seu amigo empunhando a arma já sem balas.

O homem se curvou sentido oposto a Nakamura desacordado e quando se virou deparou com seu parceiro de pé ante ele, empunhando sua arma.

— Nakamura? Você está bem? — Indagou seu parceiro e amigo, mas percebendo haver algo estranho num sorriso fúnebre em seu rosto notou que Nakamura não era mais Nakamura.

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Gerson Machado De Avillez
Jogo da Dominação

— Que destino? — Cortou Nakamura perplexo ao ter sua biometria gravada na máquina. — Você não me respondeu!

Repentinamente um raio verde fora lançado na cabeça deles fazendo uma varredura mental de suas mentes enquanto numa outra tela aparecia o quadro progressivo até que a mente de Nakamura surgiu uma mensagem pulsante na tela informando: Mente compatível. O holograma sorriu e então um zumbido surdo sucedeu fazendo Nakamura se contorcer até cair de joelhos ao chão como se uma dor de cabeça lancinante lhe sobreviesse. Norbet o escorou sem saber o que fazer e apontando sua arma para a tela vociferou nervoso para que o programa cessasse fosse o que fosse que fizesse.

Norbet deu tiros sobre a máquina inutilmente. Era tarde, uma novamente mensagem surgiu na tela informando estar transferindo a mente de Álvaro digitalizada para o vencedor o qual a inteligência era capaz de comportar a nova consciência por ele transmitida. Norbet deu mais tiros a esmo enquanto vociferava, mas não sabia como parar aquilo. Nakamura no desespero fintou o suspeito morto e compreendeu por qual motivo ele se matou, o vencedor era o eleito para carregar a mente de Álvaro a um alvorecer tenebroso onde os planos seriam finalizados por este. Num último esforço Nakamura pegou a arma como se lutasse contra si mesmo, mas Norbet o segurou numa luta corporal até que Nakamura parou de reagir e tudo silenciou.

— O que você fez com ele? Liberte-o! — Vociferou seu amigo empunhando a arma já sem balas.

O homem se curvou sentido oposto a Nakamura desacordado e quando se virou deparou com seu parceiro de pé ante ele, empunhando sua arma.

— Nakamura? Você está bem? — Indagou seu parceiro e amigo, mas percebendo haver algo estranho num sorriso fúnebre em seu rosto notou que Nakamura não era mais Nakamura.

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