Masmorra de solidão - Golden Barbie
Golden Barbie
Louca, maluca, insana e perturbada. Sem nenhum pingo de lucidez.
Um labirinto sem fim...
Um enigma onde muitos insistem em querer desvendar...
Vivendo a complexidade dos meus dias onde, embriago-me para viver e sobreviver em guerra constante entre a realidade e a fantasia.
Devorando os lobos que surgem em minha caminhada.
Mantendo-me sempre uma alfa.
Escrevo para aliviar os agonizantes gritos das vozes que moram em minha cabeça, o universo e suas frustrações "cagadas" me inspiram a rabiscar folhas e mais folhas de papel.
Mantenha-se longe! "Ou arrancarei suas tripas e as cozinharei". 





Masmorra de solidão

Desço do palácio ao abrir meus olhos.

Tateando as úmidas paredes da masmorra,

Alago-me num cântaro d’água;

A fim de afogar meu ente mais perverso presente

 

Sois vós que me estrangula sob o véu uivante da noite…

Sois vós a beijar minha face no primeiro alvorecer…

Sois vós que alimenta meu espírito incessante com, angústia e insanidade…

Sois vós que teima em mim viver…

 

Vejo a tua imagem

No último gole d’água

Lanço o cântaro contra a parede

Que cai sobre o chão em pedaços,

Sem serventia.

 

Penso:“sou eu o cântaro despedaçado ao chão sem serventia?”

 

Lançar-me-ei…

Somente de minha carcaça se alimentará os carniceiros que aos montes me comerão.

Nada restará para sepultar

Solidão…

Golden Barbie
Masmorra de solidão

Desço do palácio ao abrir meus olhos.

Tateando as úmidas paredes da masmorra,

Alago-me num cântaro d’água;

A fim de afogar meu ente mais perverso presente

 

Sois vós que me estrangula sob o véu uivante da noite…

Sois vós a beijar minha face no primeiro alvorecer…

Sois vós que alimenta meu espírito incessante com, angústia e insanidade…

Sois vós que teima em mim viver…

 

Vejo a tua imagem

No último gole d’água

Lanço o cântaro contra a parede

Que cai sobre o chão em pedaços,

Sem serventia.

 

Penso:“sou eu o cântaro despedaçado ao chão sem serventia?”

 

Lançar-me-ei…

Somente de minha carcaça se alimentará os carniceiros que aos montes me comerão.

Nada restará para sepultar

Solidão…