Me sinto livre... - Golden Barbie
Golden Barbie
Louca, maluca, insana e perturbada. Sem nenhum pingo de lucidez.
Um labirinto sem fim...
Um enigma onde muitos insistem em querer desvendar...
Vivendo a complexidade dos meus dias onde, embriago-me para viver e sobreviver em guerra constante entre a realidade e a fantasia.
Devorando os lobos que surgem em minha caminhada.
Mantendo-me sempre uma alfa.
Escrevo para aliviar os agonizantes gritos das vozes que moram em minha cabeça, o universo e suas frustrações "cagadas" me inspiram a rabiscar folhas e mais folhas de papel.
Mantenha-se longe! "Ou arrancarei suas tripas e as cozinharei". 





Me sinto livre…

Te desejo em pedacinhos para mim.
Te destroçar em miúdos pedaços…
Comer da tua carne.
Pois dela farei o melhor dos ensopados
Que tua matéria se vá…
Que só reste de te o invisível para amar…
Só comporto em mim o que restou.
Tristeza, lágrimas, suor, sangue, violência e tesão.
Devoro os meus próprios lábios junto aos seus.
Solidão é não ter você dentro de mim.
Busco em demais cacetes a alegria que me despedaçava.
Me despedaço, me desfaço e refaço em cortes abertos na carne.
Cadê o demônio que me possuía?
De onde parte a recessão do gozo em euforia?
Sangra, maldito! Sangra! 
Pois de tu sairá o que foi em mim.
Leve-me, pegue em mim, toque a minh’alma…
Busque por entre a minha pele o que ficou.
Demônio, meu amor; convoco em te o amor que havia devoto em sí.
Escorra…escorra…
Deixa deslizar… morra e deixe gozar…

Golden Barbie
Me sinto livre…

Te desejo em pedacinhos para mim.
Te destroçar em miúdos pedaços…
Comer da tua carne.
Pois dela farei o melhor dos ensopados
Que tua matéria se vá…
Que só reste de te o invisível para amar…
Só comporto em mim o que restou.
Tristeza, lágrimas, suor, sangue, violência e tesão.
Devoro os meus próprios lábios junto aos seus.
Solidão é não ter você dentro de mim.
Busco em demais cacetes a alegria que me despedaçava.
Me despedaço, me desfaço e refaço em cortes abertos na carne.
Cadê o demônio que me possuía?
De onde parte a recessão do gozo em euforia?
Sangra, maldito! Sangra! 
Pois de tu sairá o que foi em mim.
Leve-me, pegue em mim, toque a minh’alma…
Busque por entre a minha pele o que ficou.
Demônio, meu amor; convoco em te o amor que havia devoto em sí.
Escorra…escorra…
Deixa deslizar… morra e deixe gozar…