O poema de consolação - Golden Barbie
Golden Barbie
Louca, maluca, insana e perturbada. Sem nenhum pingo de lucidez.
Um labirinto sem fim...
Um enigma onde muitos insistem em querer desvendar...
Vivendo a complexidade dos meus dias onde, embriago-me para viver e sobreviver em guerra constante entre a realidade e a fantasia.
Devorando os lobos que surgem em minha caminhada.
Mantendo-me sempre uma alfa.
Escrevo para aliviar os agonizantes gritos das vozes que moram em minha cabeça, o universo e suas frustrações "cagadas" me inspiram a rabiscar folhas e mais folhas de papel.
Mantenha-se longe! "Ou arrancarei suas tripas e as cozinharei". 





O poema de consolação

Determinei o vencimento, determinei o acontecimento
De olhos vendados determinei a perda.
Perdida no universo alternativo 
Me acomodei nos braços de minha solidão…

Lobo selvagem, não é cão de rua
O ranger de dentes, é o rosnar que ecoa.
Na neve vermelha te vejo… 
Diante à um cadáver te perco.

Paredes frias, passos na chuva 
Abraços não dados
O arrependimento machuca.

Embriago-me em meus versos, diversos 
No paralelo de pensamentos complexos…
A cerveja amarga na boca
O perfume daquele que se perdeu

Perto de mim ou longe de mim
Não consigo ver, minha vista é turva.
O álcool grita forte em minhas veias
Verme decadente rasteja solitário…

De catacumbas em catacumbas
Rastejar…
Nos lábios da morte me deleitar
Das sombras renascer 
Enfim, então…
Morrer, para viver…

Golden Barbie
O poema de consolação

Determinei o vencimento, determinei o acontecimento
De olhos vendados determinei a perda.
Perdida no universo alternativo 
Me acomodei nos braços de minha solidão…

Lobo selvagem, não é cão de rua
O ranger de dentes, é o rosnar que ecoa.
Na neve vermelha te vejo… 
Diante à um cadáver te perco.

Paredes frias, passos na chuva 
Abraços não dados
O arrependimento machuca.

Embriago-me em meus versos, diversos 
No paralelo de pensamentos complexos…
A cerveja amarga na boca
O perfume daquele que se perdeu

Perto de mim ou longe de mim
Não consigo ver, minha vista é turva.
O álcool grita forte em minhas veias
Verme decadente rasteja solitário…

De catacumbas em catacumbas
Rastejar…
Nos lábios da morte me deleitar
Das sombras renascer 
Enfim, então…
Morrer, para viver…