Operação Solaris - Parte 2 - J. L. Silva
J. L. Silva
J. L. Silva nasceu em 6 de março de 1990, é natural de São Paulo, capital, porém, reside atualmente na cidade de Sorocaba. É professor de português,jornalista, dramaturgo, roteirista e empresário, proprietário de uma empresa cultural, pela qual ministra oficinas e palestras sobre análise e criação literária. Intitula-se amante das Letras e da literatura brasileira clássica, porém, sempre fora apaixonado pela literatura fantástica e as histórias de terror. Acredita que não se deve haver distinções aos gêneros literários, por isso, procura escrever todos os tipos de textos, inclusive considera-se um poeta de nascença.
Ganhou alguns concursos literários, em prosa e poesia, e participou de algumas antologias de literatura fantástica. Desde os 8 anos queria ser escritor, arriscava-se a escrever histórias e poemas infantis, porém, somente em 2016 estreou na literatura nacional.
Autor dos livros: Velhos Suicidas (Editora Penalux, poemas, 2016), Da Infância à Inconstância (Amazon, poemas, 2016), A Bruxa de Itaquera (Editora Multifoco, contos, 2016) e Lira dos Vinte e Poucos Anos (Amazon, poemas, 2017).
E-mail: jlennonsmith@hotmail.com
Facebook: facebook.com/j.lennonsmith






Operação Solaris – Parte 2

Leia a primeira parte:
http://maldohorror.com.br/j-l-silva/operacao-solaris/

Enquanto caminhava para a sala de imprensa, onde aconteciam todas as declarações presidenciais importantes, a trajetória até ali foi passando por sua cabeça. Lembrava-se de quando servira o exercito na juventude e das vezes que participou das diversas missões humanitárias, ganhando várias medalhas e honrarias em nome do país. Das suas especializações em biologia, química e física; de quando fazia parte dos agulhas negras, chegando a desenvolver vários projetos secretos e até a participar de um grupo recém-criado na época que inventava novas armas para a defesa do país e que perdurara até os dias de hoje. Assim que chegou ao posto de Coronel com a idade de 35, um feito inédito, mesmo para alguém que o pai fora um grande soldado e tenha sempre estudado em escolas militares, foi convidado para ser o ministro da defesa por Silvia Andrade, presidenta do Brasil na época e que exercia seu primeiro mandato.

A presidenta tinha uma carreira política muito promissora, começou cedo a participar de manifestos políticos e filiações com instituições de caridade e ONGs, onde ganhou nome e destaque por causa das campanhas e melhorias que exerceu. Depois disso o partido PNP a convidou para candidatar-se a prefeita da cidade São Paulo, pois já era bem conhecida e aceita pelos paulistanos. Ganhou aquela eleição com a porcentagem de 92% dos votos, feito inédito e recorde de aceitação. Mal cumpriu seu mandato de prefeita quando foi convidada para candidatar-se para deputada estadual pelo mesmo partido. Mesmo tendo tido pouco tempo na administração da cidade de São Paulo, apresentou melhorias significativas e inéditas, como a grande diminuição dos índices de crimes, melhora no setor do transporte e os problemas sociais como as enchentes e a desigualdade social. Como deputada estadual emendou e criou vários projetos de lei que fez com que o estado de São Paulo crescesse muito, acabando de firmá-lo na posição de o estado mais importante e o coração do Brasil do setor econômico e administrativo.

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J. L. Silva
Operação Solaris – Parte 2

Leia a primeira parte:
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Enquanto caminhava para a sala de imprensa, onde aconteciam todas as declarações presidenciais importantes, a trajetória até ali foi passando por sua cabeça. Lembrava-se de quando servira o exercito na juventude e das vezes que participou das diversas missões humanitárias, ganhando várias medalhas e honrarias em nome do país. Das suas especializações em biologia, química e física; de quando fazia parte dos agulhas negras, chegando a desenvolver vários projetos secretos e até a participar de um grupo recém-criado na época que inventava novas armas para a defesa do país e que perdurara até os dias de hoje. Assim que chegou ao posto de Coronel com a idade de 35, um feito inédito, mesmo para alguém que o pai fora um grande soldado e tenha sempre estudado em escolas militares, foi convidado para ser o ministro da defesa por Silvia Andrade, presidenta do Brasil na época e que exercia seu primeiro mandato.

A presidenta tinha uma carreira política muito promissora, começou cedo a participar de manifestos políticos e filiações com instituições de caridade e ONGs, onde ganhou nome e destaque por causa das campanhas e melhorias que exerceu. Depois disso o partido PNP a convidou para candidatar-se a prefeita da cidade São Paulo, pois já era bem conhecida e aceita pelos paulistanos. Ganhou aquela eleição com a porcentagem de 92% dos votos, feito inédito e recorde de aceitação. Mal cumpriu seu mandato de prefeita quando foi convidada para candidatar-se para deputada estadual pelo mesmo partido. Mesmo tendo tido pouco tempo na administração da cidade de São Paulo, apresentou melhorias significativas e inéditas, como a grande diminuição dos índices de crimes, melhora no setor do transporte e os problemas sociais como as enchentes e a desigualdade social. Como deputada estadual emendou e criou vários projetos de lei que fez com que o estado de São Paulo crescesse muito, acabando de firmá-lo na posição de o estado mais importante e o coração do Brasil do setor econômico e administrativo.

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