Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Lorhan Rocha
Nascido 30 de junho de 1997, em Rio de Janeiro-RJ, teve seu primeiro contato com a literatura ainda com seus 11 anos de idade quando leu o livro de Julio Verne: Viagem ao Centro da Terra. O autor desde então cria personagens e histórias no intuito de transmitir alguma mensagem para seus leitores.
Suas inspirações literárias são: Colleen Hoover, Ransom Riggs, Edgar Allan Poe e Stephen King.







Eu juro Solenemente

Década de 1950

É uma bela manhã na cidade de porto Acre e um sol radiante de quinta-feira brilha ao lado de fora sobre a exuberante e rica vegetação daquela metrópole.

Logo após despertar Francis ouve vozes que o chamam para ir até à cozinha da casa. Chamados da sua grande família.

Era uma casa pequena para uma família tão grande quanto a de Francis, que deveria ter maneirado na reprodução, mas achava o sexo algo tão incrível de ser feito, mesmo quando quase praticava.

Francis sempre foi um ótimo médico, até que ser afastado do hospital em que trabalha por motivos que haviam sido arquivados e não divulgados pela própria clínica da cidade vizinha, Bujari… 

Naquela manhã, Francis estava ansioso e contente, pois, havia escutado a voz de seu melhor amigo, o dr. Cardoso de trinta e sete anos e cabelos loiros curtos, que havia cursado medicina ao seu lado na antiga cidade em que residia. Ele respira o ar puro do estado do Acre, norte do Brasil, e desce as escadas da sua casa, às pressas.

Ele se convencia de que já estava pronto para voltar à ativa depois do incidente causado no último hospital, e discutia sobre isso com seu grande parceiro de anos atrás.

— Suas crianças cresceram mesmo hein! — Dizia Cardoso naquela visita que fazia a seu grande amigo, admirando a vida que seu companheiro levava.

— Nem tanto, para mim sempre serão crianças…

— Estará voltando à ativa não é mesmo? Fiquei sabendo pela Fabíola. — Cardoso diz indo em direção à mesa.

A mesa está preparada, copos cheios até a boca com leite e achocolatado, já nos pratos, apenas pequenas bolachas e torradas, eram o pouco que tinham.

— Olá meu amor — Sua mulher Fabíola, sempre se dirigia dizendo a frase, amor no final, demostrando assim seu apego emocional para com seu esposo.

— Bom dia, querida — Francis diz ao sentar-se à mesa bem servida.

— Hoje voltará, o que acha de um discurso perante todos nós? — Fabiola propôs ao seu homem que soltava um pequeno sorriso olhando para toda a mesa e os assentos desocupados.

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Lorhan Rocha
Eu juro Solenemente

Década de 1950

É uma bela manhã na cidade de porto Acre e um sol radiante de quinta-feira brilha ao lado de fora sobre a exuberante e rica vegetação daquela metrópole.

Logo após despertar Francis ouve vozes que o chamam para ir até à cozinha da casa. Chamados da sua grande família.

Era uma casa pequena para uma família tão grande quanto a de Francis, que deveria ter maneirado na reprodução, mas achava o sexo algo tão incrível de ser feito, mesmo quando quase praticava.

Francis sempre foi um ótimo médico, até que ser afastado do hospital em que trabalha por motivos que haviam sido arquivados e não divulgados pela própria clínica da cidade vizinha, Bujari… 

Naquela manhã, Francis estava ansioso e contente, pois, havia escutado a voz de seu melhor amigo, o dr. Cardoso de trinta e sete anos e cabelos loiros curtos, que havia cursado medicina ao seu lado na antiga cidade em que residia. Ele respira o ar puro do estado do Acre, norte do Brasil, e desce as escadas da sua casa, às pressas.

Ele se convencia de que já estava pronto para voltar à ativa depois do incidente causado no último hospital, e discutia sobre isso com seu grande parceiro de anos atrás.

— Suas crianças cresceram mesmo hein! — Dizia Cardoso naquela visita que fazia a seu grande amigo, admirando a vida que seu companheiro levava.

— Nem tanto, para mim sempre serão crianças…

— Estará voltando à ativa não é mesmo? Fiquei sabendo pela Fabíola. — Cardoso diz indo em direção à mesa.

A mesa está preparada, copos cheios até a boca com leite e achocolatado, já nos pratos, apenas pequenas bolachas e torradas, eram o pouco que tinham.

— Olá meu amor — Sua mulher Fabíola, sempre se dirigia dizendo a frase, amor no final, demostrando assim seu apego emocional para com seu esposo.

— Bom dia, querida — Francis diz ao sentar-se à mesa bem servida.

— Hoje voltará, o que acha de um discurso perante todos nós? — Fabiola propôs ao seu homem que soltava um pequeno sorriso olhando para toda a mesa e os assentos desocupados.

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