Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Lorhan Rocha
Nascido 30 de junho de 1997, em Rio de Janeiro-RJ, teve seu primeiro contato com a literatura ainda com seus 11 anos de idade quando leu o livro de Julio Verne: Viagem ao Centro da Terra. O autor desde então cria personagens e histórias no intuito de transmitir alguma mensagem para seus leitores.
Suas inspirações literárias são: Colleen Hoover, Ransom Riggs, Edgar Allan Poe e Stephen King.







Eu juro Solenemente

O dr.Francis se encontra com Cardoso na porta que selava a insanidade de Jéssica, os dois haviam elaborado todo um preparo para aquela noite. Deveriam usar luvas, cobrir a sala toda com fitas para que não ficasse sequer um rastro de digitais, e é isso que eles fazem, dando início a diversão daquela noite.

— É o seguinte Jéssica, sei que seus pais a odeiam, e isso é ótimo, porque eu posso dar o que eles não te deram, amor. — Sorri o doutor.
O doutor puxa a garota para si enquanto segura uma seringa portando uma agulha do tamanho de um lápis jamais usado.

— Oh!? Me desculpe — Ele  diz pondo a mão na testa — Já ia esquecendo-se de apresentar meu grande amigo Cardoso.

A jovem olha para à direita de Francis onde ele apoiava o braço, porém, não identifica a presença de ninguém além do seu torturador.

Francis adentra com a agulha no globo ocular da pequena jovem que tenta gritar se rebatendo de dor de um lado para o outro.

— Isso é bom, não é, Jéssica?  Acredite isso é pouco perto do que vamos fazer a seguir.

O doutor aperta o resto da jovem para que ela não consiga se mover, mas acaba falhando. A agulha quebra dentro do globo ocular da jovem.

O doutor geme de prazer ao presenciar a cena da menina tentando retirar o globo ocular de tanta dor com as mãos.

— E depois, eu e nosso amigo ali, o Cardoso iremos pegar uma coisa emprestada de você, mas, por favor Jéssica, não fique triste, será rápido e por uma boa causa.

— Eu creio que seu coração iria mudar a situação financeira da minha família, e você ficaria feliz de me ajudar, não é mesmo Jéssica?

Francis olha para o fundo da sala e vê Cardoso se preparando, pondo as luvas que ele havia roubado da enfermaria naquela manhã.

— Cardoso, não temos muito tempo. — Ele observa ainda o fundo da sala enquanto a jovem se debate no chão tentando retirar o resto da agulha fincada em seu globo ocular.

A jovem fica confusa cada vez que escuta Francis conversar com seu suporto parceiro Cardoso e fica olhando para ele assustada.

— Não me olhe assim Princesa, será rápido, e indolor, eu acho.

Nesse momento dr.Francis pega um frasco na bolsa de Propofol e enfia a ponta de uma agulha enquanto passa a todo momento o doutor movimenta a sua língua nos lábios da moça, Ele puxa Jéssica para si e injeta o medicamente anestesiante em sua veia do braço. Jéssica adormece.

Nesse momento o doutor encontra a hipótese perfeita para tirar o atraso, ele abusa da garota indefesa retirando assim sua inocência. Brutalmente ele penetra com movimentos bruscos enquanto sangue escorre da vagina da pobre jovem.

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Lorhan Rocha
Eu juro Solenemente

O dr.Francis se encontra com Cardoso na porta que selava a insanidade de Jéssica, os dois haviam elaborado todo um preparo para aquela noite. Deveriam usar luvas, cobrir a sala toda com fitas para que não ficasse sequer um rastro de digitais, e é isso que eles fazem, dando início a diversão daquela noite.

— É o seguinte Jéssica, sei que seus pais a odeiam, e isso é ótimo, porque eu posso dar o que eles não te deram, amor. — Sorri o doutor.
O doutor puxa a garota para si enquanto segura uma seringa portando uma agulha do tamanho de um lápis jamais usado.

— Oh!? Me desculpe — Ele  diz pondo a mão na testa — Já ia esquecendo-se de apresentar meu grande amigo Cardoso.

A jovem olha para à direita de Francis onde ele apoiava o braço, porém, não identifica a presença de ninguém além do seu torturador.

Francis adentra com a agulha no globo ocular da pequena jovem que tenta gritar se rebatendo de dor de um lado para o outro.

— Isso é bom, não é, Jéssica?  Acredite isso é pouco perto do que vamos fazer a seguir.

O doutor aperta o resto da jovem para que ela não consiga se mover, mas acaba falhando. A agulha quebra dentro do globo ocular da jovem.

O doutor geme de prazer ao presenciar a cena da menina tentando retirar o globo ocular de tanta dor com as mãos.

— E depois, eu e nosso amigo ali, o Cardoso iremos pegar uma coisa emprestada de você, mas, por favor Jéssica, não fique triste, será rápido e por uma boa causa.

— Eu creio que seu coração iria mudar a situação financeira da minha família, e você ficaria feliz de me ajudar, não é mesmo Jéssica?

Francis olha para o fundo da sala e vê Cardoso se preparando, pondo as luvas que ele havia roubado da enfermaria naquela manhã.

— Cardoso, não temos muito tempo. — Ele observa ainda o fundo da sala enquanto a jovem se debate no chão tentando retirar o resto da agulha fincada em seu globo ocular.

A jovem fica confusa cada vez que escuta Francis conversar com seu suporto parceiro Cardoso e fica olhando para ele assustada.

— Não me olhe assim Princesa, será rápido, e indolor, eu acho.

Nesse momento dr.Francis pega um frasco na bolsa de Propofol e enfia a ponta de uma agulha enquanto passa a todo momento o doutor movimenta a sua língua nos lábios da moça, Ele puxa Jéssica para si e injeta o medicamente anestesiante em sua veia do braço. Jéssica adormece.

Nesse momento o doutor encontra a hipótese perfeita para tirar o atraso, ele abusa da garota indefesa retirando assim sua inocência. Brutalmente ele penetra com movimentos bruscos enquanto sangue escorre da vagina da pobre jovem.

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