Só - Lucas Matheus
Lucas Matheus
Lucas Matheus Lima Medeiros nasceu em 17 de março de 1997, em Guarabira – PB, cidade que até hoje reside. Está finalizando as duas graduações, sendo uma em Direito pela UEPB – Campus III e outra em Sociologia pela UNIP – Polo Guarabira. Apaixonado por livros desde criança, desacreditava da possibilidade de escrever até ser convencido a tentar. Depois da publicação do seu primeiro livro: O Anjo Diabólico: A Odisseia de Lorde Taylor, o que antes parecia ser impossível vem se tornando uma energia vital. Com a publicação do primeiro livro, veio o discernimento de que para ele não há escolha exceto escrever... “A escrita liberta a alma e engradece o ser”. Lucas pretende se tornar professor universitário, e como não pode largar a escrita, escritor será até onde a vida permitir. No mais, ele é o tipo de pessoa que gosta de refletir constantemente e busca nos livros mais dúvidas para se livrar de repostas chatas sobre o mistério da vida. Costuma assistir o mesmo filme várias vezes e sempre para pra estudar tudo que for referente a Star Wars, Marvel e principalmente DC Comics. Procura escutar trilha sonoras dos filmes que mais gosta para fazer da vida um filme sem fim, mas eterno até onde possível. Quem sabe ele chega a conseguir ser professor de alguma universidade, até lá, livros a ler e a escrever estarão em andamento.





Por maior que sejam

oportunidades e proezas,

a mente é dura.

Por isso, morre crua.

Pois, sozinho se vem

e do mesmo modo se vai

para a terra impura.

Triste aquele que acha feliz

Por tudo aquilo que não sabe infeliz

A desgraça de se estar são.

Pois é essa a maior danação,

dos verdadeiros condenados,

Sendo livres de corpo,

Mas presos na alma

Onde a mente não descansa

Por não conhecer esperança

Além de lágrimas secas

Engolidas num vazio

Por uma vasta eternidade

De aplausos sombrios

Da falsa amizade

Da deplorável sociedade

Que finge se importar

Mas onde todos são condenados

Por estarem no mesmo barco

Morrem só, queimados ou afogados

Na verdadeira mentira

Que é crer

Que se um filho deve ao pai

Mesmo sem ter devido nascer

Pois só se vem

Só se vai

Só se sente

E aí se fosse

A morte doce

Livre de demônios

Cheia de ignorância

E de burrice

Pois só vivendo assim

E morrendo novo

É que se vive virgem

De todos os demônios.

 

Por maior que sejam

oportunidades e proezas,

a mente é dura.

Por isso, morre crua.

Pois, sozinho se vem

e do mesmo modo se vai

para a terra impura.

Triste aquele que acha feliz

Por tudo aquilo que não sabe infeliz

A desgraça de se estar são.

Pois é essa a maior danação,

dos verdadeiros condenados,

Sendo livres de corpo,

Mas presos na alma

Onde a mente não descansa

Por não conhecer esperança

Além de lágrimas secas

Engolidas num vazio

Por uma vasta eternidade

De aplausos sombrios

Da falsa amizade

Da deplorável sociedade

Que finge se importar

Mas onde todos são condenados

Por estarem no mesmo barco

Morrem só, queimados ou afogados

Na verdadeira mentira

Que é crer

Que se um filho deve ao pai

Mesmo sem ter devido nascer

Pois só se vem

Só se vai

Só se sente

E aí se fosse

A morte doce

Livre de demônios

Cheia de ignorância

E de burrice

Pois só vivendo assim

E morrendo novo

É que se vive virgem

De todos os demônios.