Obra coletiva: as faces do amor e da morte - Maldohorror
Maldohorror
Um coletivo existe para fazer experiência. E é isso que você verá aqui.
Eu sou Maldohorror.
Eu tenho muitas faces...
Eu tenho muitos estilos...




Não espere finais felizes.






Obra coletiva: as faces do amor e da morte

       Ao chegar à cidade Ângela depositou todo o seu ódio nos moradores: cabeças rolavam, tripas se espalhavam e um mar de cadáveres se estendia diante dela. Aquele cenário fazia seus olhos brilharem e a sede por sangue só aumentava. Um grupo de moradores decide unir forças para derrotar aquela grande criatura, que a cada morte ia assumindo uma forma demoníaca. Demitry, o líder do grupo, decide atacá-la pelas costas e arquiteta um plano para chegar até ela. Com o grupo dividido, flechas são lançadas e logo Ângela vê de onde vieram. Com apenas um golpe, ela levanta um dos arqueiros, mastiga sua cabeça como se fosse uma barra de cereal e em seguida corta os demais ao meio. Demitry, usando a espada que seu pai lhe deixou como herança e com a ajuda dos demais, acerta o calcanhar de aquiles de Ângela, fazendo com que ela caia e solte um grito ensurdecedor. Demitry, com sua espada, tenta cortar a jugular dela, mas logo é atingido por um fêmur e cai ao lado de Ângela agonizando e esperando por misericórdia. 

(Wender Lucas Fernandes)

——-

 A cidade ficou desolada. Logo, as criaturas da floresta rumaram para lá e começaram a se banquetear dos cadáveres espalhados pelos escombros. Cães selvagens, licantropos, vampiros, elfos negros, dentre outros povos antigos, tomaram a cidade para si. Os poucos humanos sobreviventes partiram em desespero para as cidades vizinhas.

       Em meio a monstruosidade feita de corpos do golem necromântico invocado por Ângela, um dos cães selvagens que mastigava a face do cadáver de Demitry, farejou um cheiro conhecido. Duma poça de sangue em meio aos pedaços de corpos, renasceu uma Ângela nua banhada em sangue.

       Os poucos remanescentes do seu exército urraram, pois a líder deles estava de volta. Trouxeram suas asas arrancadas por Alexandre e a ajudaram a colocá-las no lugar. Ângela sabia o preço de se utilizar da necromancia, ainda mais ela sendo uma Nefilim, contudo, não ligava mais para as consequências, agora só importavam duas coisas: acabar de uma vez com essa guerra para trazer a liberdade para seu povo e foder com a cabeça decepada de Barth, literalmente, onde quer que aquele covarde desgraçado estivesse escondido.

(J. L. Silva)

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Obra coletiva: as faces do amor e da morte

       Ao chegar à cidade Ângela depositou todo o seu ódio nos moradores: cabeças rolavam, tripas se espalhavam e um mar de cadáveres se estendia diante dela. Aquele cenário fazia seus olhos brilharem e a sede por sangue só aumentava. Um grupo de moradores decide unir forças para derrotar aquela grande criatura, que a cada morte ia assumindo uma forma demoníaca. Demitry, o líder do grupo, decide atacá-la pelas costas e arquiteta um plano para chegar até ela. Com o grupo dividido, flechas são lançadas e logo Ângela vê de onde vieram. Com apenas um golpe, ela levanta um dos arqueiros, mastiga sua cabeça como se fosse uma barra de cereal e em seguida corta os demais ao meio. Demitry, usando a espada que seu pai lhe deixou como herança e com a ajuda dos demais, acerta o calcanhar de aquiles de Ângela, fazendo com que ela caia e solte um grito ensurdecedor. Demitry, com sua espada, tenta cortar a jugular dela, mas logo é atingido por um fêmur e cai ao lado de Ângela agonizando e esperando por misericórdia. 

(Wender Lucas Fernandes)

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 A cidade ficou desolada. Logo, as criaturas da floresta rumaram para lá e começaram a se banquetear dos cadáveres espalhados pelos escombros. Cães selvagens, licantropos, vampiros, elfos negros, dentre outros povos antigos, tomaram a cidade para si. Os poucos humanos sobreviventes partiram em desespero para as cidades vizinhas.

       Em meio a monstruosidade feita de corpos do golem necromântico invocado por Ângela, um dos cães selvagens que mastigava a face do cadáver de Demitry, farejou um cheiro conhecido. Duma poça de sangue em meio aos pedaços de corpos, renasceu uma Ângela nua banhada em sangue.

       Os poucos remanescentes do seu exército urraram, pois a líder deles estava de volta. Trouxeram suas asas arrancadas por Alexandre e a ajudaram a colocá-las no lugar. Ângela sabia o preço de se utilizar da necromancia, ainda mais ela sendo uma Nefilim, contudo, não ligava mais para as consequências, agora só importavam duas coisas: acabar de uma vez com essa guerra para trazer a liberdade para seu povo e foder com a cabeça decepada de Barth, literalmente, onde quer que aquele covarde desgraçado estivesse escondido.

(J. L. Silva)

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