Obra coletiva: as faces do amor e da morte - Maldohorror
Maldohorror
Um coletivo existe para fazer experiência. E é isso que você verá aqui.
Eu sou Maldohorror.
Eu tenho muitas faces...
Eu tenho muitos estilos...




Não espere finais felizes.






Obra coletiva: as faces do amor e da morte

       Capitão Barth ordenou que fosse improvisada uma catapulta. Depois de estar em posição, começou a cantarolar uma canção que logo chamou a atenção da ainda gigante Ângela. Sim, tratava-se de uma paixão antiga e mal resolvida.

       Com a gigante alada no lugar certo, Barth foi lançado da catapulta e, com grande velocidade, foi introduzido na vagina de Ângela. Alguns minutos depois, uma dor indescritível se fez presente na barriga da ex-paixão de Barth. Como ela não tinha ideia do que estava acontecendo, pôs-se a voar, como se isso pudesse amenizar a dor. Na medida em que ela sobrevoava os escombros da cidade, a barriga crescia rapidamente. Logo, na altura de mais de 200 metros, Ângela entrou em trabalho de parto. Os seres, que eram uma fusão entre os dois, tanto na personalidade quanto na semelhança física, começaram a cair já em posição de batalha. Como Capitão Barth era perneta e usava uma perna de pau, as criaturas pareciam um saci-pererê com asas. A batalha estava ganha, todos os inimigos estavam estripados ao chão. Bart saiu pela boca de Ângela, mas permaneceu com ela, sentado na argola de metal cravada no seio esquerdo. Parecia uma criança andando de balanço. Sabendo que a batalha já estava ganha, eles partiram para a mata que ainda restava por ali. Agora, os dois vão acertar suas contas e suas abstinências. Como? Eu não sei. 

(Alan Cassol)

——-

Barth desceu e ficou cara a cara com Ângela. Os dois estava a sós nesse momento. Ângela tinha o desejo de torturá-lo até a morte, mas seu corpo não reagia assim. Então ela resolveu unir o útil ao agradável. Barth se mostrou um covarde perante a ela. Enquanto ela torturava seu pênis, ele gritava e chorava por clemência. Ângela se irritou e acabou o matando sem dó e depois sentou na cabeça dele e começou a rebolar.

Depois desse episódio ela encontrou seus filhos, já mais crescidos. Eles estavam tentando a matar, pois sabiam que ela havia matado seu pai, mas ela nocauteou todos, mas não os matou, ela tinha planos para eles. Enquanto eles estavam desacordados ela cavou um buraco muito fundo e os jogou lá dentro. Quando eles estavam despertando era tarde demais, já havia vários metros de terra. Ela sentia o prazer de pensar na agonia deles.

Ângela agora não tinha mais sentimento, nada era tão importante quanto ela mesmo e assim ela escolheu um caminho aleatório, sem rumo.

(Miyuki Moon)

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Obra coletiva: as faces do amor e da morte

       Capitão Barth ordenou que fosse improvisada uma catapulta. Depois de estar em posição, começou a cantarolar uma canção que logo chamou a atenção da ainda gigante Ângela. Sim, tratava-se de uma paixão antiga e mal resolvida.

       Com a gigante alada no lugar certo, Barth foi lançado da catapulta e, com grande velocidade, foi introduzido na vagina de Ângela. Alguns minutos depois, uma dor indescritível se fez presente na barriga da ex-paixão de Barth. Como ela não tinha ideia do que estava acontecendo, pôs-se a voar, como se isso pudesse amenizar a dor. Na medida em que ela sobrevoava os escombros da cidade, a barriga crescia rapidamente. Logo, na altura de mais de 200 metros, Ângela entrou em trabalho de parto. Os seres, que eram uma fusão entre os dois, tanto na personalidade quanto na semelhança física, começaram a cair já em posição de batalha. Como Capitão Barth era perneta e usava uma perna de pau, as criaturas pareciam um saci-pererê com asas. A batalha estava ganha, todos os inimigos estavam estripados ao chão. Bart saiu pela boca de Ângela, mas permaneceu com ela, sentado na argola de metal cravada no seio esquerdo. Parecia uma criança andando de balanço. Sabendo que a batalha já estava ganha, eles partiram para a mata que ainda restava por ali. Agora, os dois vão acertar suas contas e suas abstinências. Como? Eu não sei. 

(Alan Cassol)

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Barth desceu e ficou cara a cara com Ângela. Os dois estava a sós nesse momento. Ângela tinha o desejo de torturá-lo até a morte, mas seu corpo não reagia assim. Então ela resolveu unir o útil ao agradável. Barth se mostrou um covarde perante a ela. Enquanto ela torturava seu pênis, ele gritava e chorava por clemência. Ângela se irritou e acabou o matando sem dó e depois sentou na cabeça dele e começou a rebolar.

Depois desse episódio ela encontrou seus filhos, já mais crescidos. Eles estavam tentando a matar, pois sabiam que ela havia matado seu pai, mas ela nocauteou todos, mas não os matou, ela tinha planos para eles. Enquanto eles estavam desacordados ela cavou um buraco muito fundo e os jogou lá dentro. Quando eles estavam despertando era tarde demais, já havia vários metros de terra. Ela sentia o prazer de pensar na agonia deles.

Ângela agora não tinha mais sentimento, nada era tão importante quanto ela mesmo e assim ela escolheu um caminho aleatório, sem rumo.

(Miyuki Moon)

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