Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Marcão
Desde o colégio, sempre fui apaixonado pela leitura. Ganhei vários campeonatos de leitura, mas só foi a partir de 2010 que comecei a devorar livros de fantasia. Em 2014, comecei a escrever meu primeiro livro, que intitulei como O Príncipe, o qual relata uma trama sobre o filho da Bela Adormecida. Tenho alguns trabalhos no Wattpad e entrevistas para blogs. Possuo uma poesia numa coletânea da Editora Chiado. Em breve, sairá segunda edição do meu livro, que está em análise pela Editora Livros Prontos, além da seqüência, O Príncipe, o Deus Falso e o Espectro do Espelho.





Extinção

– Cláudia! Laura! Como estão? – Indagou cumprimentando uma de cada vez com um beijo na bochecha.

– Estamos ótimas, Carlos! Quer almoçar conosco? – Indagou Cláudia.

Laura pressionou um pouco o braço da amiga apertando um pouco os lábios para ela olhando-a de esguelha. Cláudia ignorou.

– Agora? Está um pouco cedo, mas… Ah, é por causa do eclipse do sol. Não é? – Disse Carlos arregalando um pouco os olhos para ambas.

– Isso. Vamos agora antes que não dê tempo. – Disse Laura enrolando o braço no dá amiga.

Carlos acompanhou as duas colocando as duas mãos nos bolsos enquanto iam conversando sobre a vida e os afazeres fora do serviço. Às vezes, Laura o olhava de lado observando seu corpo, mas parece que Carlos nunca a notara. Por sugestão de Cláudia, foram os três amigos para o Largo Sete de Setembro para comer no Habibs. Sentaram-se e disseram para o garçom que se aproximou seus pedidos.

– Então, arranjou alguma namorada? – Indagou Cláudia para Carlos tomando um pouco do suco de morango que pediu em seguida.

Laura sentiu o coração para na garganta.

– Namorada? Eu não. Não estou pensando nisso no momento. – Respondeu Carlos rindo um pouco enquanto colocava coca-cola num copo alto.

Laura ergueu as sobrancelhas um pouco enquanto comia seu nhoque que tinha acabado de chegar. Os três amigos comeram um pouco antes de continuar a falar.

– Alguém viu o noticiário do que os cientistas descobriram? – Indagou Carlos depois que terminou de comer um kibe. Diferente de Laura e Cláudia, ele pediu esfihas e um kibe.

– Não. O que eles descobriram? – Indagou Laura depois que terminou o nhoque.

– Parece que tem alguma coisa se desenvolvendo embaixo da terra. – Respondeu Carlos em voz baixa.

– E o que seria? – Indagou Cláudia inclinando a cabeça para o lado.

– Isso eles ainda não tem certeza. Pode ser uma nova espécie de vegetal talvez. – Respondeu Carlos olhando para ela.

Naquele momento, ouviram-se grupos de pessoas indo apressadas em direção ao pátio que fica de frente a Catedral da Sé.

– Gente, vamos então. Deve estar chegando o horário do eclipse já. – Disse Laura chamando um garçom que passava para fechar a conta e olhando o relógio que marcava 11:45.

Carlos se ofereceu para pagar tudo mesmo com Laura dizendo que pagaria o que pediu e os três amigos foram a passos largos para onde todos estavam indo.

– Será que vai dar para ficar lá? – Indagou vendo o acúmulo de gente.

– Vai sim. Senão arrumamos um jeito de subir em algum telhado. – Brincou Carlos dando uma piscadinha para ela.

Assim que chegaram ali, os três ficaram procurando um lugar em meio aos grupos reunidos que já colocavam óculos escuros. Alguns apontavam para cima vendo que o sol começava a ser coberto na ponta. Cláudia apontou para um elevado coberto com grama à esquerda deles em cima de uma escada rolante que dava acesso para o metrô. Carlos por ser mais forte subiu primeiro estendendo a mão para ela ajudando-a a ficar ali e depois fez o mesmo com Laura. Carlos tirou os óculos escuros do bolso e colocou. Cláudia também.

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Marcão
Extinção

– Cláudia! Laura! Como estão? – Indagou cumprimentando uma de cada vez com um beijo na bochecha.

– Estamos ótimas, Carlos! Quer almoçar conosco? – Indagou Cláudia.

Laura pressionou um pouco o braço da amiga apertando um pouco os lábios para ela olhando-a de esguelha. Cláudia ignorou.

– Agora? Está um pouco cedo, mas… Ah, é por causa do eclipse do sol. Não é? – Disse Carlos arregalando um pouco os olhos para ambas.

– Isso. Vamos agora antes que não dê tempo. – Disse Laura enrolando o braço no dá amiga.

Carlos acompanhou as duas colocando as duas mãos nos bolsos enquanto iam conversando sobre a vida e os afazeres fora do serviço. Às vezes, Laura o olhava de lado observando seu corpo, mas parece que Carlos nunca a notara. Por sugestão de Cláudia, foram os três amigos para o Largo Sete de Setembro para comer no Habibs. Sentaram-se e disseram para o garçom que se aproximou seus pedidos.

– Então, arranjou alguma namorada? – Indagou Cláudia para Carlos tomando um pouco do suco de morango que pediu em seguida.

Laura sentiu o coração para na garganta.

– Namorada? Eu não. Não estou pensando nisso no momento. – Respondeu Carlos rindo um pouco enquanto colocava coca-cola num copo alto.

Laura ergueu as sobrancelhas um pouco enquanto comia seu nhoque que tinha acabado de chegar. Os três amigos comeram um pouco antes de continuar a falar.

– Alguém viu o noticiário do que os cientistas descobriram? – Indagou Carlos depois que terminou de comer um kibe. Diferente de Laura e Cláudia, ele pediu esfihas e um kibe.

– Não. O que eles descobriram? – Indagou Laura depois que terminou o nhoque.

– Parece que tem alguma coisa se desenvolvendo embaixo da terra. – Respondeu Carlos em voz baixa.

– E o que seria? – Indagou Cláudia inclinando a cabeça para o lado.

– Isso eles ainda não tem certeza. Pode ser uma nova espécie de vegetal talvez. – Respondeu Carlos olhando para ela.

Naquele momento, ouviram-se grupos de pessoas indo apressadas em direção ao pátio que fica de frente a Catedral da Sé.

– Gente, vamos então. Deve estar chegando o horário do eclipse já. – Disse Laura chamando um garçom que passava para fechar a conta e olhando o relógio que marcava 11:45.

Carlos se ofereceu para pagar tudo mesmo com Laura dizendo que pagaria o que pediu e os três amigos foram a passos largos para onde todos estavam indo.

– Será que vai dar para ficar lá? – Indagou vendo o acúmulo de gente.

– Vai sim. Senão arrumamos um jeito de subir em algum telhado. – Brincou Carlos dando uma piscadinha para ela.

Assim que chegaram ali, os três ficaram procurando um lugar em meio aos grupos reunidos que já colocavam óculos escuros. Alguns apontavam para cima vendo que o sol começava a ser coberto na ponta. Cláudia apontou para um elevado coberto com grama à esquerda deles em cima de uma escada rolante que dava acesso para o metrô. Carlos por ser mais forte subiu primeiro estendendo a mão para ela ajudando-a a ficar ali e depois fez o mesmo com Laura. Carlos tirou os óculos escuros do bolso e colocou. Cláudia também.

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