Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Marcão
Desde o colégio, sempre fui apaixonado pela leitura. Ganhei vários campeonatos de leitura, mas só foi a partir de 2010 que comecei a devorar livros de fantasia. Em 2014, comecei a escrever meu primeiro livro, que intitulei como O Príncipe, o qual relata uma trama sobre o filho da Bela Adormecida. Tenho alguns trabalhos no Wattpad e entrevistas para blogs. Possuo uma poesia numa coletânea da Editora Chiado. Em breve, sairá segunda edição do meu livro, que está em análise pela Editora Livros Prontos, além da seqüência, O Príncipe, o Deus Falso e o Espectro do Espelho.





Extinção

– O que está acontecendo? – Falava Cláudia em voz alta por causa do som do tremor. – Carlos, que horas devem ser?

Carlos tateou o bolso para olhar o smartphone.

– Meio dia e meia! – Respondeu Carlos em voz alta. – Eu nunca vi um eclipse durar tanto e causar um tremor desses e…

Carlos ficou de queixo caído quando começou a ver algo sinistro por onde a luz do aparelho iluminou: ergueu o celular mais um pouco vagarosamente vendo criaturas estranhas levando gente para longe.

– Carlos? Está aí ainda? – Chamou Laura em voz alta.

– Carlos! – Gritou Cláudia.

– Hã… Me desculpem. Eu vi uma coisa… Não. É impossível. Não pode estar acontecendo isso.

O tremor começou a diminuir até que cessou, mas o eclipse não.

– Por que esse silêncio? – Indagou Laura começando a se levantar vagarosamente balançando as mãos em volta para tentar se segurar em alguns dos amigos.

Carlos, que ainda mantinha a luz do smartphone acesa, segurou os braços ajudando-a a ficar em pé e em seguida fez o mesmo com Cláudia.

– Acendam seus smartphones. – Disse Carlos olhando de uma para outra.

Laura e Cláudia tiraram os óculos escuros do rosto e tocaram a tela dos seus aparelhos fazendo a luz se acender. Ergueram os mesmos movendo para um lado e para o outro enquanto procuravam descer de onde estavam. Andando cautelosamente pelo pátio em frente à catedral perceberam que não tinha mais ninguém. Havia papéis espalhados pelo chão, blusas, olhando á direita, perceberam que a cadeira onde ficava um engraxate estava vazia também.

– Eu estou com medo. – Disse Cláudia com a voz baixa.

– Vamos ficar juntos. – Disse Laura para confortá-la. – Carlos, você viu alguma coisa?

Ele teve dificuldade em responder. Estava em choque com o que tinha visto. Paralisado no lugar.

– Carlos? – Insistiu Laura.

Ele olhou para ela, voltando a si.

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Marcão
Extinção

– O que está acontecendo? – Falava Cláudia em voz alta por causa do som do tremor. – Carlos, que horas devem ser?

Carlos tateou o bolso para olhar o smartphone.

– Meio dia e meia! – Respondeu Carlos em voz alta. – Eu nunca vi um eclipse durar tanto e causar um tremor desses e…

Carlos ficou de queixo caído quando começou a ver algo sinistro por onde a luz do aparelho iluminou: ergueu o celular mais um pouco vagarosamente vendo criaturas estranhas levando gente para longe.

– Carlos? Está aí ainda? – Chamou Laura em voz alta.

– Carlos! – Gritou Cláudia.

– Hã… Me desculpem. Eu vi uma coisa… Não. É impossível. Não pode estar acontecendo isso.

O tremor começou a diminuir até que cessou, mas o eclipse não.

– Por que esse silêncio? – Indagou Laura começando a se levantar vagarosamente balançando as mãos em volta para tentar se segurar em alguns dos amigos.

Carlos, que ainda mantinha a luz do smartphone acesa, segurou os braços ajudando-a a ficar em pé e em seguida fez o mesmo com Cláudia.

– Acendam seus smartphones. – Disse Carlos olhando de uma para outra.

Laura e Cláudia tiraram os óculos escuros do rosto e tocaram a tela dos seus aparelhos fazendo a luz se acender. Ergueram os mesmos movendo para um lado e para o outro enquanto procuravam descer de onde estavam. Andando cautelosamente pelo pátio em frente à catedral perceberam que não tinha mais ninguém. Havia papéis espalhados pelo chão, blusas, olhando á direita, perceberam que a cadeira onde ficava um engraxate estava vazia também.

– Eu estou com medo. – Disse Cláudia com a voz baixa.

– Vamos ficar juntos. – Disse Laura para confortá-la. – Carlos, você viu alguma coisa?

Ele teve dificuldade em responder. Estava em choque com o que tinha visto. Paralisado no lugar.

– Carlos? – Insistiu Laura.

Ele olhou para ela, voltando a si.

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