Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Marcão
Desde o colégio, sempre fui apaixonado pela leitura. Ganhei vários campeonatos de leitura, mas só foi a partir de 2010 que comecei a devorar livros de fantasia. Em 2014, comecei a escrever meu primeiro livro, que intitulei como O Príncipe, o qual relata uma trama sobre o filho da Bela Adormecida. Tenho alguns trabalhos no Wattpad e entrevistas para blogs. Possuo uma poesia numa coletânea da Editora Chiado. Em breve, sairá segunda edição do meu livro, que está em análise pela Editora Livros Prontos, além da seqüência, O Príncipe, o Deus Falso e o Espectro do Espelho.





Extinção

Cláudia olhou para o lado direito.

– Vamos pela Rua Senador Feijó. – Respondeu ela.

– Não sei se é uma boa idéia, Cláudia. – Rebateu Carlos. – Aquelas ruas são parecidas e vão assustar a Laura. Precisamos andar por um caminho mais largo.

– Que tal seguirmos em frente pelo Habibs que almoçamos? – Sugeriu Laura.

Cláudia tocou na tela do celular para a luz acender de novo.

– Tem certeza, Laura? – Indagou Cláudia. A luz do celular iluminando o rosto com expressão apreensiva da amiga.

– Tenho.

– Vamos, então. – Disse Carlos.

Os três amigos entraram na rua do lado direito da Catedral até chegarem na Praça Doutor João Mendes. Pelo caminho, erguiam a luz dos celulares observando atentos. Carros e ônibus estavam parados nas ruas. Assim que chegaram na praça, Laura virou para trás rapidamente.

– Viu alguma coisa? – Indagou Carlos rapidamente e tentando acompanhar seu olhar pela luz do celular.

– Tive a impressão de ouvir uma respiração. – Respondeu ela ainda olhando para frente.

– Pode ter sido só o vento. – Disse Cláudia. – Vamos, gente.

Cláudia virou para a esquerda com o intuito de chegar no Largo Sete de Setembro que dava acesso à Avenida Liberdade.

– Não é melhor andarmos pela calçada? Acho que estamos muito expostos na rua. – Sugeriu Carlos enquanto caminhavam.

– Vamos, sim. – Concordou Laura olhando para o lado esquerdo.

As amigas acompanharam Carlos para a calçada do lado esquerdo da Avenida, mas continuavam sempre atentos. Em um determinado momento, ele olhou para o céu, mas nada do sol voltar a brilhar. Laura e Cláudia acompanharam o olhar dele.

– Não acredito no que vou dizer agora, mas será que aquele homem estava certo? – Indagou Cláudia enquanto passavam ao lado de uma agência da Caixa.

– Não acho que seja o caso, mas devo reconhecer que isso está um pouco bíblico. – Disse Laura.

– E se… esse for o fim da humanidade? – Indagou Carlos de um jeito estranho.

– Carlos, não diga uma coisa dessas! – Exclamou Laura dando um tapa de leve no braço dele.

– Olhem em volta: um eclipse estranho e só há nós três no centro da cidade de São Paulo no escuro. – Rebateu ele.

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Marcão
Extinção

Cláudia olhou para o lado direito.

– Vamos pela Rua Senador Feijó. – Respondeu ela.

– Não sei se é uma boa idéia, Cláudia. – Rebateu Carlos. – Aquelas ruas são parecidas e vão assustar a Laura. Precisamos andar por um caminho mais largo.

– Que tal seguirmos em frente pelo Habibs que almoçamos? – Sugeriu Laura.

Cláudia tocou na tela do celular para a luz acender de novo.

– Tem certeza, Laura? – Indagou Cláudia. A luz do celular iluminando o rosto com expressão apreensiva da amiga.

– Tenho.

– Vamos, então. – Disse Carlos.

Os três amigos entraram na rua do lado direito da Catedral até chegarem na Praça Doutor João Mendes. Pelo caminho, erguiam a luz dos celulares observando atentos. Carros e ônibus estavam parados nas ruas. Assim que chegaram na praça, Laura virou para trás rapidamente.

– Viu alguma coisa? – Indagou Carlos rapidamente e tentando acompanhar seu olhar pela luz do celular.

– Tive a impressão de ouvir uma respiração. – Respondeu ela ainda olhando para frente.

– Pode ter sido só o vento. – Disse Cláudia. – Vamos, gente.

Cláudia virou para a esquerda com o intuito de chegar no Largo Sete de Setembro que dava acesso à Avenida Liberdade.

– Não é melhor andarmos pela calçada? Acho que estamos muito expostos na rua. – Sugeriu Carlos enquanto caminhavam.

– Vamos, sim. – Concordou Laura olhando para o lado esquerdo.

As amigas acompanharam Carlos para a calçada do lado esquerdo da Avenida, mas continuavam sempre atentos. Em um determinado momento, ele olhou para o céu, mas nada do sol voltar a brilhar. Laura e Cláudia acompanharam o olhar dele.

– Não acredito no que vou dizer agora, mas será que aquele homem estava certo? – Indagou Cláudia enquanto passavam ao lado de uma agência da Caixa.

– Não acho que seja o caso, mas devo reconhecer que isso está um pouco bíblico. – Disse Laura.

– E se… esse for o fim da humanidade? – Indagou Carlos de um jeito estranho.

– Carlos, não diga uma coisa dessas! – Exclamou Laura dando um tapa de leve no braço dele.

– Olhem em volta: um eclipse estranho e só há nós três no centro da cidade de São Paulo no escuro. – Rebateu ele.

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