Mundo Gato - Final - Matheus Freitas
Matheus Freitas
Matheus Freitas nasceu em 1990, é jornalista, escritor e roteirista. Tenta povoar todos os gêneros e formatos possíveis para poder dar andamento em seu projeto de Universo Compartilhado de Narrativa Transmídia, que é extenso demais para explicar neste espaço.
Por ora, escreve romances, contos e roteiros de HQs, audiovisual e tudo mais que puder inventar para criar o universo compartilhado mais diversificado possível. Gosta de trabalhar com basicamente todos os gêneros: terror, horror, suspense, humor, romance, ação, aventura etc.
Gosta de escrever aquilo que gostaria de ler ou ver, por isso, às vezes, tem algumas ideias absurdas, outras interessantes e algumas, sob entendimento de outros, ruins (porque seu gosto nem sempre é compreendido pelos demais), mas, no fim das contas, só quer contar algumas histórias.






Mundo Gato – Final

Leia a primeira parte aqui:
http://maldohorror.com.br/matheus-freitas/mundo-gato/

Segunda parte: A Atitude

“Então, foi isso que aconteceu! Nunca imaginei que algo assim pudesse existir. Jamais passou pela minha cabeça que Ayla fosse uma assassina de cachorros.”

Na tarde seguinte, Ricardo contava, no telefone, todo o ocorrido a um grande amigo.

– Sinistro, Ricardo! E o que tu vai fazer? – responde a pessoa do outro lado da linha.

– Não tenho muito que fazer, apenas pedir para a Mãe Natureza abençoar Ayla e tentar impedi-la de cometer esta atrocidade.

– Cara, a Mãe Natureza não vai fazer porra nenhuma. Tu tem que agir e tentar acabar com isso!

– Não sei o que eu posso fazer…

– Tu precisa confrontá-la, ter uma atitude!

– Tu tá certo! Preciso tomar uma atitude!

Horas mais tarde, Ayla, Mari, Douglas e Luiza estavam saindo, juntamente com Thiago, da casa dele. A residência era o “local oficial de encontros” da tal seita assassina de cachorros. Já era noite. A rua estava vazia. Todos estavam completamente animados com o feito que estavam prestes a realizar.

No entanto, ao iniciarem a caminhada pela rua, de longe avistaram uma pessoa parada. O indivíduo usava um pano nos olhos, que servia como uma máscara para, possivelmente, esconder sua identidade; uma toalha de banho amarrada ao pescoço; calça jeans e tênis. O cidadão segurava um escudo na mão esquerda. Na verdade, era uma tampa de panela que servia como escudo. Na mão direita, um facão. Ainda era possível perceber seus cabelos compridos. A única diferença com um certo alguém é que a cabeleira estava amarrada.

– O que tu tá fazendo aí, Ricardo? Tu não precisa desta roupa para participar do grande dia – questionou Ayla.

– Eu não vim participar…quer dizer, eu não sou o Ricardo. Sou apenas alguém que vim impedir vocês!

Páginas: 1 2 3 4 5

Matheus Freitas
Mundo Gato – Final

Leia a primeira parte aqui:
http://maldohorror.com.br/matheus-freitas/mundo-gato/

Segunda parte: A Atitude

“Então, foi isso que aconteceu! Nunca imaginei que algo assim pudesse existir. Jamais passou pela minha cabeça que Ayla fosse uma assassina de cachorros.”

Na tarde seguinte, Ricardo contava, no telefone, todo o ocorrido a um grande amigo.

– Sinistro, Ricardo! E o que tu vai fazer? – responde a pessoa do outro lado da linha.

– Não tenho muito que fazer, apenas pedir para a Mãe Natureza abençoar Ayla e tentar impedi-la de cometer esta atrocidade.

– Cara, a Mãe Natureza não vai fazer porra nenhuma. Tu tem que agir e tentar acabar com isso!

– Não sei o que eu posso fazer…

– Tu precisa confrontá-la, ter uma atitude!

– Tu tá certo! Preciso tomar uma atitude!

Horas mais tarde, Ayla, Mari, Douglas e Luiza estavam saindo, juntamente com Thiago, da casa dele. A residência era o “local oficial de encontros” da tal seita assassina de cachorros. Já era noite. A rua estava vazia. Todos estavam completamente animados com o feito que estavam prestes a realizar.

No entanto, ao iniciarem a caminhada pela rua, de longe avistaram uma pessoa parada. O indivíduo usava um pano nos olhos, que servia como uma máscara para, possivelmente, esconder sua identidade; uma toalha de banho amarrada ao pescoço; calça jeans e tênis. O cidadão segurava um escudo na mão esquerda. Na verdade, era uma tampa de panela que servia como escudo. Na mão direita, um facão. Ainda era possível perceber seus cabelos compridos. A única diferença com um certo alguém é que a cabeleira estava amarrada.

– O que tu tá fazendo aí, Ricardo? Tu não precisa desta roupa para participar do grande dia – questionou Ayla.

– Eu não vim participar…quer dizer, eu não sou o Ricardo. Sou apenas alguém que vim impedir vocês!

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