O Demônio da Tourette- Parte 1 - Matheus Freitas
Matheus Freitas
Matheus Freitas nasceu em 1990, é jornalista, escritor e roteirista. Tenta povoar todos os gêneros e formatos possíveis para poder dar andamento em seu projeto de Universo Compartilhado de Narrativa Transmídia, que é extenso demais para explicar neste espaço.
Por ora, escreve romances, contos e roteiros de HQs, audiovisual e tudo mais que puder inventar para criar o universo compartilhado mais diversificado possível. Gosta de trabalhar com basicamente todos os gêneros: terror, horror, suspense, humor, romance, ação, aventura etc.
Gosta de escrever aquilo que gostaria de ler ou ver, por isso, às vezes, tem algumas ideias absurdas, outras interessantes e algumas, sob entendimento de outros, ruins (porque seu gosto nem sempre é compreendido pelos demais), mas, no fim das contas, só quer contar algumas histórias.






O Demônio da Tourette- Parte 1

Aquela era para ser apenas mais uma noite serena. Andava por ruas tranquilas de Porto Alegre após resolver outro caso de traição quando se deparou com uma movimentação suspeita de um grupo de pessoas. Escondeu-se. Depois, foi até o lixo e encontrou o corpo nu da travesti.

Ela estava sem a cabeça (até hoje não encontrada) e havia sinais em seu corpo. Pietro deduziu que ela foi usada em algum ritual. Interrompeu as férias e passou a investigar o caso.

Pietro encontrou os culpados pelo assassinato e as pessoas responsáveis foram presas. Contudo, não houve alarde sobre o ocorrido, a notícia nem sequer foi tão divulgada nos meios de comunicação. Alguns policiais estavam envolvidos. Mas o detetive não se importava com manchetes e sim em resolver os casos. Infelizmente, aquilo estava longe de ser resolvido.

Em sua investigação, o detetive descobriu, também, um nome: Zequeu. Padre que atuava no norte do País e que teria influenciado aqueles ensinamentos na qual acarretaram com o assassinato da travesti.

Após investigá-lo de todas as formas possíveis, conseguiu encontrar uma pista de onde o padre poderia estar: Pará.

O Jornalista

Enquanto caminha pelas ruas de Belém, Pietro carrega em suas mãos um pedaço de papel. Nele contém o endereço do local aonde vai encontrar “O Jornalista”. A única pessoa na qual o detetive encontrou que já disse algo sobre Zequeu.

O autoproclamado Jornalista escreveu o texto sobre o Padre em um pequeno blog, porém, não divulgou seu nome. Para complicar, o portal já está desativado, por isso, Pietro teve dificuldades em encontrar os donos.

Os obstáculos não pararam. O tal “Jornalista” não fazia parte da equipe que comandava o blog. Ele tinha apenas enviado o artigo falando do padre Zequeu. Contudo, no fim do texto, havia um e-mail. E os ventos sopraram a favor de Pietro: ele ainda respondia por aquele endereço.

O detetive e o jornalista não trocaram muitas informações via correio eletrônico, mas decidiram se encontrar no Pará.

Depois de perambular, Pietro localiza o banco da praça na qual deve se encontrar com ele. Senta e começa a mexer no celular. Completamente distraído, não percebe a presença de uma menina sentando-se ao seu lado.

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Matheus Freitas
O Demônio da Tourette- Parte 1

Aquela era para ser apenas mais uma noite serena. Andava por ruas tranquilas de Porto Alegre após resolver outro caso de traição quando se deparou com uma movimentação suspeita de um grupo de pessoas. Escondeu-se. Depois, foi até o lixo e encontrou o corpo nu da travesti.

Ela estava sem a cabeça (até hoje não encontrada) e havia sinais em seu corpo. Pietro deduziu que ela foi usada em algum ritual. Interrompeu as férias e passou a investigar o caso.

Pietro encontrou os culpados pelo assassinato e as pessoas responsáveis foram presas. Contudo, não houve alarde sobre o ocorrido, a notícia nem sequer foi tão divulgada nos meios de comunicação. Alguns policiais estavam envolvidos. Mas o detetive não se importava com manchetes e sim em resolver os casos. Infelizmente, aquilo estava longe de ser resolvido.

Em sua investigação, o detetive descobriu, também, um nome: Zequeu. Padre que atuava no norte do País e que teria influenciado aqueles ensinamentos na qual acarretaram com o assassinato da travesti.

Após investigá-lo de todas as formas possíveis, conseguiu encontrar uma pista de onde o padre poderia estar: Pará.

O Jornalista

Enquanto caminha pelas ruas de Belém, Pietro carrega em suas mãos um pedaço de papel. Nele contém o endereço do local aonde vai encontrar “O Jornalista”. A única pessoa na qual o detetive encontrou que já disse algo sobre Zequeu.

O autoproclamado Jornalista escreveu o texto sobre o Padre em um pequeno blog, porém, não divulgou seu nome. Para complicar, o portal já está desativado, por isso, Pietro teve dificuldades em encontrar os donos.

Os obstáculos não pararam. O tal “Jornalista” não fazia parte da equipe que comandava o blog. Ele tinha apenas enviado o artigo falando do padre Zequeu. Contudo, no fim do texto, havia um e-mail. E os ventos sopraram a favor de Pietro: ele ainda respondia por aquele endereço.

O detetive e o jornalista não trocaram muitas informações via correio eletrônico, mas decidiram se encontrar no Pará.

Depois de perambular, Pietro localiza o banco da praça na qual deve se encontrar com ele. Senta e começa a mexer no celular. Completamente distraído, não percebe a presença de uma menina sentando-se ao seu lado.

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