O Demonio de Tourette- Final - Matheus Freitas
Matheus Freitas
Matheus Freitas nasceu em 1990, é jornalista, escritor e roteirista. Tenta povoar todos os gêneros e formatos possíveis para poder dar andamento em seu projeto de Universo Compartilhado de Narrativa Transmídia, que é extenso demais para explicar neste espaço.
Por ora, escreve romances, contos e roteiros de HQs, audiovisual e tudo mais que puder inventar para criar o universo compartilhado mais diversificado possível. Gosta de trabalhar com basicamente todos os gêneros: terror, horror, suspense, humor, romance, ação, aventura etc.
Gosta de escrever aquilo que gostaria de ler ou ver, por isso, às vezes, tem algumas ideias absurdas, outras interessantes e algumas, sob entendimento de outros, ruins (porque seu gosto nem sempre é compreendido pelos demais), mas, no fim das contas, só quer contar algumas histórias.






O Demonio de Tourette- Final

nas primeiras páginas do caderno, o motivo de ter sido internado pela família foi porque “ele matava animais e tentava trazê-los de volta a vida”.

Depois de fugir do manicômio, passou a autoproclamar-se padre e realizar milagres. “Tinha desistido de meus dons quando os animais não retornaram a vida. Mas trancafiado naquele terrível lugar, recebi um chamado especial de que minha missão deveria continuar. Muitas pessoas precisam de meus poderes.” Assim Zequeu escreveu em seu caderno logo após fugir.

Contudo, Pietro não conseguiu, ainda, deduzir se Zequeu de fato tinha algum problema mental e acreditava em suas proezas ou se apenas fingia no que fazia e praticava os exorcismos e atos religiosos duvidosos com o intuito de machucar pessoas.

O certo é que ele era inteligente. Por onde foi fez amigos e criou uma rede de proteção para si próprio. Além de encorajar outras pessoas a seguir seus caminhos. No caderno também consta os “milagres” impostos por ele e nome de pessoas que passaram a acreditar em seus ensinamentos.

Entre esses nomes estavam as pessoas presas em Porto Alegre, na investigação conduzida por Pietro.

Um dos últimos nomes anotados no caderno é de Adamastor Júnior. Um jovem menino do Amapá que está internado em um hospital psiquiátrico após ter matado uma menina por acreditar estar vendo uma assombração.

Zequeu o visitou algumas vezes na instituição. Ele acreditava que com a orientação certa, o menino poderia ser seu substituto no futuro e tentaria, em breve, sua solt

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Matheus Freitas
O Demonio de Tourette- Final

nas primeiras páginas do caderno, o motivo de ter sido internado pela família foi porque “ele matava animais e tentava trazê-los de volta a vida”.

Depois de fugir do manicômio, passou a autoproclamar-se padre e realizar milagres. “Tinha desistido de meus dons quando os animais não retornaram a vida. Mas trancafiado naquele terrível lugar, recebi um chamado especial de que minha missão deveria continuar. Muitas pessoas precisam de meus poderes.” Assim Zequeu escreveu em seu caderno logo após fugir.

Contudo, Pietro não conseguiu, ainda, deduzir se Zequeu de fato tinha algum problema mental e acreditava em suas proezas ou se apenas fingia no que fazia e praticava os exorcismos e atos religiosos duvidosos com o intuito de machucar pessoas.

O certo é que ele era inteligente. Por onde foi fez amigos e criou uma rede de proteção para si próprio. Além de encorajar outras pessoas a seguir seus caminhos. No caderno também consta os “milagres” impostos por ele e nome de pessoas que passaram a acreditar em seus ensinamentos.

Entre esses nomes estavam as pessoas presas em Porto Alegre, na investigação conduzida por Pietro.

Um dos últimos nomes anotados no caderno é de Adamastor Júnior. Um jovem menino do Amapá que está internado em um hospital psiquiátrico após ter matado uma menina por acreditar estar vendo uma assombração.

Zequeu o visitou algumas vezes na instituição. Ele acreditava que com a orientação certa, o menino poderia ser seu substituto no futuro e tentaria, em breve, sua solt

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