Mata marrom - Miyuki Moon
Miyuki Moon
Nasci cinco antes do primeiro fim do mundo existir (1995), portanto sou da geração Y. Minha paixão inicialmente foi por poesias sombrias quando tive minha primeira paixão não correspondida, desde então não parei de escrever. Com uma cuia de chimarrão e meu animalzinho gato companheiro inseparável, escrevo sobre vários gêneros, mas sempre usando minha imaginação, algumas vezes doentia. Além de escritora amadora também desenho usando geralmente inspirações do querido “Príncipe do Isopor”. Atualmente sou estudante de moda, louca por estamparia, pois também é onde posso pirar minhas ideias.
E-mail: ja.araujo.1995@gmail.com
Site: miyukimoonmodarte.wixsite.com/modarte
Blog: miyukimoon.wordpress.com
Instagram: instagram.com/Miyuki.Moon
Facebook: https://www.facebook.com/miyuki.moon




Mata marrom

Caminhando por uma mata seca, com tons de marrom, era uma grama embaraçada comprida que formava um caminho muito largo. Enquanto eu pisada nela ela se amassava, então decidi toca-la. Era uma grama áspera, mas gostosa de tocar. Mas isso não me lembrava de grama, isso me lembra…
A grama se mexeu sozinha, ela se agarrou em minhas pernas, me fazendo perder o equilíbrio, enquanto outras pontas seguraram meus braços e agarram na minha cintura, para que pudesse ficar imóvel. Aquela grama pinicava nas pontas.
…há, lembrei me parecia uma barba gigante.
A barba gigante começou a entrar inicialmente pelos meus ouvidos passando meu cérebro e saindo pelo nariz. Isso causava uma intensa dor de cabeça.
Saindo do meu nariz foi em direção a boca entrando em minha garganta atravessando meu corpo. Mal conseguia respirar, agonizava como quem tem um pano amarrado na boca, sentia ânsia de vomito, pois ele estava atravessando a minha garganta indo para o estômago e vontade de tossir pois algumas pontas encostava na garganta. Eram todos esses sentimentos de uma vez só.
As mechas que segurava minhas pernas foram se abrindo dando espaço a uma mecha muito grossa querendo entrar em minha vulva, que não era mais ingenua, mas também não estava preparado para receber uma mecha grande de barba. Foi penetrando ate encher o útero de barba, enquanto a outra mecha que havia entrado pela boca estava saindo pelo anus, pois o corpo já havia sido dominado por aquela barba maligna.
Assim seu corpo apodreceu até ficar apenas seu esqueleto, com as mechas de barbas marrons entrelaçados com seus ossos, para demonstrando o amor que sentiam um pelo outro.

Miyuki Moon
Mata marrom

Caminhando por uma mata seca, com tons de marrom, era uma grama embaraçada comprida que formava um caminho muito largo. Enquanto eu pisada nela ela se amassava, então decidi toca-la. Era uma grama áspera, mas gostosa de tocar. Mas isso não me lembrava de grama, isso me lembra…
A grama se mexeu sozinha, ela se agarrou em minhas pernas, me fazendo perder o equilíbrio, enquanto outras pontas seguraram meus braços e agarram na minha cintura, para que pudesse ficar imóvel. Aquela grama pinicava nas pontas.
…há, lembrei me parecia uma barba gigante.
A barba gigante começou a entrar inicialmente pelos meus ouvidos passando meu cérebro e saindo pelo nariz. Isso causava uma intensa dor de cabeça.
Saindo do meu nariz foi em direção a boca entrando em minha garganta atravessando meu corpo. Mal conseguia respirar, agonizava como quem tem um pano amarrado na boca, sentia ânsia de vomito, pois ele estava atravessando a minha garganta indo para o estômago e vontade de tossir pois algumas pontas encostava na garganta. Eram todos esses sentimentos de uma vez só.
As mechas que segurava minhas pernas foram se abrindo dando espaço a uma mecha muito grossa querendo entrar em minha vulva, que não era mais ingenua, mas também não estava preparado para receber uma mecha grande de barba. Foi penetrando ate encher o útero de barba, enquanto a outra mecha que havia entrado pela boca estava saindo pelo anus, pois o corpo já havia sido dominado por aquela barba maligna.
Assim seu corpo apodreceu até ficar apenas seu esqueleto, com as mechas de barbas marrons entrelaçados com seus ossos, para demonstrando o amor que sentiam um pelo outro.