Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Miyuki Moon
Nasci cinco antes do primeiro fim do mundo existir (1995), portanto sou da geração Y. Minha paixão inicialmente foi por poesias sombrias quando tive minha primeira paixão não correspondida, desde então não parei de escrever. Com uma cuia de chimarrão e meu animalzinho gato companheiro inseparável, escrevo sobre vários gêneros, mas sempre usando minha imaginação, algumas vezes doentia. Além de escritora amadora também desenho usando geralmente inspirações do querido “Príncipe do Isopor”. Atualmente sou estudante de moda, louca por estamparia, pois também é onde posso pirar minhas ideias.
E-mail: ja.araujo.1995@gmail.com
Site: miyukimoonmodarte.wixsite.com/modarte
Blog: miyukimoon.wordpress.com
Instagram: instagram.com/Miyuki.Moon
Facebook: https://www.facebook.com/miyuki.moon




O homem sem face

Em uma noite chuvosa, tive que ir às pressas encontrar sinal virtual, pois meu notebook havia derramado chimarrão nele. Ao entrar no laboratório de computadores me deparei com um homem de boné com barba, usava meia da Adidas e estava de calça comprida e blusa. Por um momento meu coração bateu forte e quando fui falar com ele, percebi que era outra pessoa. Parei na hora e fiquei observando, querendo saber seu rosto. Enquanto eu fazia meus trabalhos, qualquer barulho eu olhava para trás, pensando que pudesse ser ele indo embora. Quando terminei de fazer, olhei novamente para trás, porém ele já não estava lá. E assim perdi a oportunidade de ver seu rosto, ou de falar com meu amado

Miyuki Moon
O homem sem face

Em uma noite chuvosa, tive que ir às pressas encontrar sinal virtual, pois meu notebook havia derramado chimarrão nele. Ao entrar no laboratório de computadores me deparei com um homem de boné com barba, usava meia da Adidas e estava de calça comprida e blusa. Por um momento meu coração bateu forte e quando fui falar com ele, percebi que era outra pessoa. Parei na hora e fiquei observando, querendo saber seu rosto. Enquanto eu fazia meus trabalhos, qualquer barulho eu olhava para trás, pensando que pudesse ser ele indo embora. Quando terminei de fazer, olhei novamente para trás, porém ele já não estava lá. E assim perdi a oportunidade de ver seu rosto, ou de falar com meu amado