Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Miyuki Moon
Nasci cinco antes do primeiro fim do mundo existir (1995), portanto sou da geração Y. Minha paixão inicialmente foi por poesias sombrias quando tive minha primeira paixão não correspondida, desde então não parei de escrever. Com uma cuia de chimarrão e meu animalzinho gato companheiro inseparável, escrevo sobre vários gêneros, mas sempre usando minha imaginação, algumas vezes doentia. Além de escritora amadora também desenho usando geralmente inspirações do querido “Príncipe do Isopor”. Atualmente sou estudante de moda, louca por estamparia, pois também é onde posso pirar minhas ideias.
E-mail: ja.araujo.1995@gmail.com
Site: miyukimoonmodarte.wixsite.com/modarte
Blog: miyukimoon.wordpress.com
Instagram: instagram.com/Miyuki.Moon
Facebook: https://www.facebook.com/miyuki.moon




Tortura Peniana

Fenício era um homem normal, como qualquer outro, trabalhava honesto, era um bom cidadão, porém, por nunca se relacionar com ninguém, seus amigos acreditavam que ele era gay.
A verdade é que Fenício tinha um desejo sexual meio incomum. Ele gostava de ser torturado, ele era um sadomasoquista. Para satisfazer sua necessidade, Fenício sempre chamava a mesma Prostituta, a Andela, uma morena de olhos e cabelos lisos, ambos acastanhados. Ela era a única em que ele confiava, pois sabia que ela não contaria para ninguém. Afinal, esse era o seu modo de sentir prazer, alguns se contentam em torturar, ele gostava de ser o torturado. Além de prostituta, Andela era uma amiga dele.
Andela começou seu processo fazendo-o deitar no tapete da casa dele, em seguida, amarrou-o e, assim, com alguns elásticos de enrolar dinheiro, enrolava o pênis de Fenício já duro.
– Uh, assim fica mais fácil, dizia Andela, que estava gostando do que estava vendo. Ela pegou alguns grampos e colocou em seus testículos.
E assim ela mexia nos grampos enquanto chupava e mordia deliciosamente aquele pênis. Durante as mordidas, ela costumava puxar a pele fina do pênis, cuja sensação era de um beliscão.
– Isso está muito fraco, melhor aumentar a dose, ele disse.
Então, ela pegou o instrumento de tortura “pera” e colocou em seu ânus, porém, Andela não o abriu, queria deixar essa parte para mais tarde.
Ela tirou os grampos de seus testículos e os amarrou ao meio com os elásticos e enquanto esperava a coloração do pênis de Fenício ficar com tom arroxeado, ela pegou seu chicote com pequenos cacos de vidro na ponta e começou a bater no pênis do rapaz. Ele agonizava de dor e, nesse momento, deu sua primeira gozada. Ela apanhou todo o sêmen que conseguiu com uma colher e, em seguida, fê-lo tomar todo o conteúdo que Fenício havia expelido para fora.

Seus testículos, roxos de prazer e dor, estavam agora preparados para a próxima etapa, sendo assim, ela apanhou alguns alfinetes e começou a separar os pelos pubianos do rapaz para sutilmente alfinetá-lo pouco a pouco, empurrando-os vagarosamente mais a fundo. Cada alfinete que Andela enfiava, dava a ela a impressão que os testículos de Fenício estourariam feito balões, porém, numa dessas alfinetadas, acertou alguma terminação nervosa que fez com que o rapaz mexesse involuntariamente o seu corpo, dando um salto para cima num movimento brusco.

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Miyuki Moon
Tortura Peniana

Fenício era um homem normal, como qualquer outro, trabalhava honesto, era um bom cidadão, porém, por nunca se relacionar com ninguém, seus amigos acreditavam que ele era gay.
A verdade é que Fenício tinha um desejo sexual meio incomum. Ele gostava de ser torturado, ele era um sadomasoquista. Para satisfazer sua necessidade, Fenício sempre chamava a mesma Prostituta, a Andela, uma morena de olhos e cabelos lisos, ambos acastanhados. Ela era a única em que ele confiava, pois sabia que ela não contaria para ninguém. Afinal, esse era o seu modo de sentir prazer, alguns se contentam em torturar, ele gostava de ser o torturado. Além de prostituta, Andela era uma amiga dele.
Andela começou seu processo fazendo-o deitar no tapete da casa dele, em seguida, amarrou-o e, assim, com alguns elásticos de enrolar dinheiro, enrolava o pênis de Fenício já duro.
– Uh, assim fica mais fácil, dizia Andela, que estava gostando do que estava vendo. Ela pegou alguns grampos e colocou em seus testículos.
E assim ela mexia nos grampos enquanto chupava e mordia deliciosamente aquele pênis. Durante as mordidas, ela costumava puxar a pele fina do pênis, cuja sensação era de um beliscão.
– Isso está muito fraco, melhor aumentar a dose, ele disse.
Então, ela pegou o instrumento de tortura “pera” e colocou em seu ânus, porém, Andela não o abriu, queria deixar essa parte para mais tarde.
Ela tirou os grampos de seus testículos e os amarrou ao meio com os elásticos e enquanto esperava a coloração do pênis de Fenício ficar com tom arroxeado, ela pegou seu chicote com pequenos cacos de vidro na ponta e começou a bater no pênis do rapaz. Ele agonizava de dor e, nesse momento, deu sua primeira gozada. Ela apanhou todo o sêmen que conseguiu com uma colher e, em seguida, fê-lo tomar todo o conteúdo que Fenício havia expelido para fora.

Seus testículos, roxos de prazer e dor, estavam agora preparados para a próxima etapa, sendo assim, ela apanhou alguns alfinetes e começou a separar os pelos pubianos do rapaz para sutilmente alfinetá-lo pouco a pouco, empurrando-os vagarosamente mais a fundo. Cada alfinete que Andela enfiava, dava a ela a impressão que os testículos de Fenício estourariam feito balões, porém, numa dessas alfinetadas, acertou alguma terminação nervosa que fez com que o rapaz mexesse involuntariamente o seu corpo, dando um salto para cima num movimento brusco.

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