Bruna - Venosa Rodrigues
Venosa Rodrigues
Venosa Rodrigues - Nascido no interior de lugar nenhum. Poeta maldito, contista miserável, dramaturgo fracassado. Morro por tudo e vivo por nada. Gerado dos excrementos de Byron, Rimbaud, Baudelaire, Bukowski, Augusto dos Anjos, e Marquês de Sade. Meus escritos são reflexo de uma mente desvairada e merencória.





Bruna

Que Deus abençoe a desgraçada que partiu meu coração, pois por mim a puta pode ir para o inferno.
Conheci a tal da Bruna Boa Bunda em um puteiro no interior de São Paulo. Ela tinha o maior rabo que eu já havia visto em toda a minha vida. Suas carnes escapavam para fora da calcinha que não cobriam nem metade daquele monumento. Ela fazia jus ao nome.
Não hesitei e paguei o dobro para ter aquela mulher por uma noite.
-Eu sou a Brun…
-Eu sei quem você é. Cale a boca e trate de colocar meu pau na sua boca.- Disse interrompendo a apresentação.
Ela se agachou e começou a chupar o meu cacete.
-Ah… ohhh…ahhh… yeeaaah… Mais fundo, Baby, estou quase lá… ahhhh… Estou gozando… Ohh, sim!- Despejei todo o meu liquido naquela boca aveludada.
Joguei-a de lado e comecei a foder sua boceta. Sentia suas carnes engolirem meu pau. Logo tratei de surrar aquela bunda. Era como socar um grande pudim.
-Ah, querido… Mais forte… AHHH!!!! – A puta gemia como uma cadela no cio.
Eu estava apaixonado por aquela mulher. Como alguém pode se apaixonar durante uma foda, eu não sei. Mas eu me apaixonei.
Eu gozei dentro dela e cai exausto na cama. Entreguei o dinheiro e ela começou a contar.
-Case-se comigo, Baby. – Disse enquanto acariciava sua bunda.
-Você esta louco.
-Eu te amo!
-Cale a boca- Disse enquanto se vestia e ia embora.
Eu nunca mais a vi. Eu nunca vou esquecer aquela mulher. A única mulher que amei em toda minha vida.

 

 

Que Deus abençoe a desgraçada que partiu meu coração, pois por mim a puta pode ir para o inferno.
Conheci a tal da Bruna Boa Bunda em um puteiro no interior de São Paulo. Ela tinha o maior rabo que eu já havia visto em toda a minha vida. Suas carnes escapavam para fora da calcinha que não cobriam nem metade daquele monumento. Ela fazia jus ao nome.
Não hesitei e paguei o dobro para ter aquela mulher por uma noite.
-Eu sou a Brun…
-Eu sei quem você é. Cale a boca e trate de colocar meu pau na sua boca.- Disse interrompendo a apresentação.
Ela se agachou e começou a chupar o meu cacete.
-Ah… ohhh…ahhh… yeeaaah… Mais fundo, Baby, estou quase lá… ahhhh… Estou gozando… Ohh, sim!- Despejei todo o meu liquido naquela boca aveludada.
Joguei-a de lado e comecei a foder sua boceta. Sentia suas carnes engolirem meu pau. Logo tratei de surrar aquela bunda. Era como socar um grande pudim.
-Ah, querido… Mais forte… AHHH!!!! – A puta gemia como uma cadela no cio.
Eu estava apaixonado por aquela mulher. Como alguém pode se apaixonar durante uma foda, eu não sei. Mas eu me apaixonei.
Eu gozei dentro dela e cai exausto na cama. Entreguei o dinheiro e ela começou a contar.
-Case-se comigo, Baby. – Disse enquanto acariciava sua bunda.
-Você esta louco.
-Eu te amo!
-Cale a boca- Disse enquanto se vestia e ia embora.
Eu nunca mais a vi. Eu nunca vou esquecer aquela mulher. A única mulher que amei em toda minha vida.