Fezes diluídas no vinho para acompanhar o corpo isento de vida no banquete podre das almas dilaceradas - Venosa Rodrigues
Venosa Rodrigues
Venosa Rodrigues - Nascido no interior de lugar nenhum. Poeta maldito, contista miserável, dramaturgo fracassado. Morro por tudo e vivo por nada. Gerado dos excrementos de Byron, Rimbaud, Baudelaire, Bukowski, Augusto dos Anjos, e Marquês de Sade. Meus escritos são reflexo de uma mente desvairada e merencória.





Fezes diluídas no vinho para acompanhar o corpo isento de vida no banquete podre das almas dilaceradas

Servirei-vos minhas entranhas nesses dia tão especial.
Vermes, venham todos. Sois, esta noite, os convidados de honra!
Tragam-me toda a podridão que oculta-se debaixo da terra.
Tragam-me a esperança enterrada!
Mostrem-me meu destino!
Mostrem-me o odor inebriante da morte!
Mostrem-me o fim!
Beije-me, amado verme, beije meus lábios raquíticos!
E ,por fim, leve-me junto para o teu leito podre!

Venosa Rodrigues
Fezes diluídas no vinho para acompanhar o corpo isento de vida no banquete podre das almas dilaceradas

Servirei-vos minhas entranhas nesses dia tão especial.
Vermes, venham todos. Sois, esta noite, os convidados de honra!
Tragam-me toda a podridão que oculta-se debaixo da terra.
Tragam-me a esperança enterrada!
Mostrem-me meu destino!
Mostrem-me o odor inebriante da morte!
Mostrem-me o fim!
Beije-me, amado verme, beije meus lábios raquíticos!
E ,por fim, leve-me junto para o teu leito podre!