À-partir-de-lextrémité - Venosa Rodrigues
Venosa Rodrigues
Venosa Rodrigues - Nascido no interior de lugar nenhum. Poeta maldito, contista miserável, dramaturgo fracassado. Morro por tudo e vivo por nada. Gerado dos excrementos de Byron, Rimbaud, Baudelaire, Bukowski, Augusto dos Anjos, e Marquês de Sade. Meus escritos são reflexo de uma mente desvairada e merencória.





À-partir-de-lextrémité

Silêncio…
A esperança jaz sepultada.
Não cantem as belezas da vida:
É inexistente.

Massas de infames apodrecem em cárcere hediondo
Silenciados pelo poder maior que rege
O mundo –os mortos não podem ser ouvidos-.

Esmagados pelos líderes supremos,
O medo é a maior arma dos porcos coroados
Que amaldiçoaram a terra e
Banharam-na de sangue.

Eles sentam-se em seus tronos acima das estrelas,
Sem nem mesmo olhar para baixo açoitam e
Executam a minoria que vive sob seus pés.

Eles riem -pensam que venceram-.
Os desvalidos se levantam.
Viva la revolución!
Poder nas mãos do povo.
Liberté, egalité, fraternité.

Venosa Rodrigues
À-partir-de-lextrémité

Silêncio…
A esperança jaz sepultada.
Não cantem as belezas da vida:
É inexistente.

Massas de infames apodrecem em cárcere hediondo
Silenciados pelo poder maior que rege
O mundo –os mortos não podem ser ouvidos-.

Esmagados pelos líderes supremos,
O medo é a maior arma dos porcos coroados
Que amaldiçoaram a terra e
Banharam-na de sangue.

Eles sentam-se em seus tronos acima das estrelas,
Sem nem mesmo olhar para baixo açoitam e
Executam a minoria que vive sob seus pés.

Eles riem -pensam que venceram-.
Os desvalidos se levantam.
Viva la revolución!
Poder nas mãos do povo.
Liberté, egalité, fraternité.