Aleatoriedades 2 - Wender Lucas Fernandes
Wender Lucas Fernandes
Humano podre, escritor maldito e alcoólatra degenerado. Moro na infernal cidade de Palmeira dos Índios- AL, escrevo desde 2014, meus companheiros de porre são Augusto dos Anjos (que me ensinou a necessidade inevitável que o homem tem de ser fera, diante dessa sociedade doentia e acabada) Charles Bukowski (Que me ensinou que o pior problema que um homem pode ter, é estar sóbrio) e Thoreau (Que me ensinou a desconfiar de qualquer atividade que requeira roupa nova). Casado com a insanidade, amante da tosqueira e inimigo da sociedade,tento passar alguns pensamentos aleatórios para um pedaço de papel.





Aleatoriedades 2

Acordar todos os dias para ir em busca do seu ganha pão
Pra encher de dinheiro os bolsos de um chefão, aleatório
Viver as custas de um sistema miserável
Que julga e pune por aparência

“O ministério do trabalho adverte: Trabalhar aumenta o seu consumo de drogas”
Cena normal de se presenciar, pessoas destruídas pelo seu dia-a-dia
Se matando por tóxicos e bebida barata
em busca do relaxamento aparentemente eterno pelos efeitos

Ácido na língua, Coca nos tímpanos, deixam o mundo bem mais bonito
Álcool no sangue, pedra nos rins, deixa o mundo bem mais feliz
O crack queimado, o pó amassado, o poder do relaxado
Mas só a maconha queimada deixa a alma relaxada
E com a viagem de que a vida passa
Formamos piadas com as coisas inacabadas.

Wender Lucas Fernandes
Aleatoriedades 2

Acordar todos os dias para ir em busca do seu ganha pão
Pra encher de dinheiro os bolsos de um chefão, aleatório
Viver as custas de um sistema miserável
Que julga e pune por aparência

“O ministério do trabalho adverte: Trabalhar aumenta o seu consumo de drogas”
Cena normal de se presenciar, pessoas destruídas pelo seu dia-a-dia
Se matando por tóxicos e bebida barata
em busca do relaxamento aparentemente eterno pelos efeitos

Ácido na língua, Coca nos tímpanos, deixam o mundo bem mais bonito
Álcool no sangue, pedra nos rins, deixa o mundo bem mais feliz
O crack queimado, o pó amassado, o poder do relaxado
Mas só a maconha queimada deixa a alma relaxada
E com a viagem de que a vida passa
Formamos piadas com as coisas inacabadas.