Aleatóriedades 5 - Wender Lucas Fernandes
Wender Lucas Fernandes
Humano podre, escritor maldito e alcoólatra degenerado. Moro na infernal cidade de Palmeira dos Índios- AL, escrevo desde 2014, meus companheiros de porre são Augusto dos Anjos (que me ensinou a necessidade inevitável que o homem tem de ser fera, diante dessa sociedade doentia e acabada) Charles Bukowski (Que me ensinou que o pior problema que um homem pode ter, é estar sóbrio) e Thoreau (Que me ensinou a desconfiar de qualquer atividade que requeira roupa nova). Casado com a insanidade, amante da tosqueira e inimigo da sociedade,tento passar alguns pensamentos aleatórios para um pedaço de papel.





Aleatóriedades 5

Largado pelas fagulhas da vida insana

Me recupero das sangrentas batalhas mundanas

Que me fazem desistir da sorte tirana

Com a morte caminhando comigo a paisana

                                             

O defunto apedrejado na esquina se encontra

O apedrejador como pagamento uma TV ele ganha

A pandemia come solta nas ruas encruzilhadas

E o fascismo percorre os cantos de cara lavada

 

O presidente assina a ordem de genocídio

Seus seguidores dão risada “meu deus, mas que bonito”

Com uma arma na cintura acha que terão sorte

Mal sabem eles que na espera se encontra a morte

 

O fim do mundo se espalha pela terra

A esperança já despedaçada pelas ruas pondera

O país abaixo de todos se encontra

E deus com o passar dos dias aos muitos se desmonta.

Wender Lucas Fernandes
Aleatóriedades 5

Largado pelas fagulhas da vida insana

Me recupero das sangrentas batalhas mundanas

Que me fazem desistir da sorte tirana

Com a morte caminhando comigo a paisana

                                             

O defunto apedrejado na esquina se encontra

O apedrejador como pagamento uma TV ele ganha

A pandemia come solta nas ruas encruzilhadas

E o fascismo percorre os cantos de cara lavada

 

O presidente assina a ordem de genocídio

Seus seguidores dão risada “meu deus, mas que bonito”

Com uma arma na cintura acha que terão sorte

Mal sabem eles que na espera se encontra a morte

 

O fim do mundo se espalha pela terra

A esperança já despedaçada pelas ruas pondera

O país abaixo de todos se encontra

E deus com o passar dos dias aos muitos se desmonta.