O mistério de Baara - Wender Lucas Fernandes
Wender Lucas Fernandes
Humano podre, escritor maldito e alcoólatra degenerado. Moro na infernal cidade de Palmeira dos Índios- AL, escrevo desde 2014, meus companheiros de porre são Augusto dos Anjos (que me ensinou a necessidade inevitável que o homem tem de ser fera, diante dessa sociedade doentia e acabada) Charles Bukowski (Que me ensinou que o pior problema que um homem pode ter, é estar sóbrio) e Thoreau (Que me ensinou a desconfiar de qualquer atividade que requeira roupa nova). Casado com a insanidade, amante da tosqueira e inimigo da sociedade,tento passar alguns pensamentos aleatórios para um pedaço de papel.





O mistério de Baara

Baara mantinha uma vida normal na cidade onde morava, era uma garota bonita, se vestia bem e era cobiçada pelos marmanjos da cidade; tinha uma casa ao lado do lago da cidade, (o esgoto a céu aberto), Lago do Jacaré.

Apesar das imundices que eram enviadas para dentro do lago, ele garantia o sustento de algumas famílias das redondezas, que na falta do que comer, se alimentam dos peixes e usam a água para dar banho nos cavalos e outros animais de grande porte e também há os aventureiros, corajosos que ainda mergulham para a morte no antigo lago.

Nos últimos meses, começaram a surgir rumores de alguns pescadores desaparecidos, e todos foram visto pela ultima vez no lago.

Dias se passaram e mais pessoas sumiram. Os populares já falavam que os jacarés estavam comendo os pescadores da cidade. Mas o que ninguém sabia é que Baara estava por trás de todos os desaparecimentos e que se divertia muito com isso.

Baara levava uma vida normal fora da sua casa, mas ao se trancar mantinha funcionando um matadouro humano. Baara tinha uma fome sem explicação por carne humana e gostava de preparar o seu rango. Por ser muito bonita, ela seduzia facilmente os pescadores e levava para sua casa, lá fazia todo o ritual.

Gostava de ver as pessoas sofrendo antes de morrer, gostava de ver o medo em seus rostos enquanto tirava cada pedacinho de seus corpos.
Com alguns ainda inteiros, presos no porão, ela escolhe um para começar o ritual. Um rapaz alto – chapado com os tóxicos que ela injetou em sua veia, Pendura-o na parede em formato de cruz e ela começa a diversão. Com um pequeno cutelo ela faz cortes largos em todo o corpo do rapaz, fazendo a dor e a tormenta dominar todo o corpo, ela se divertindo cada vez mais e continua fazendo os ferimentos, banhando-se no sangue do rapaz. Ela está feliz ouvindo uma sinfonia de Beethoven e retirando as entranhas para preparar uma apetitosa lasanha de carne humana.

Após separar (e temperar) os bifes, ela joga os restos mortais no fundo do Lago Jacaré e mantém tudo normal em sua vida.
Baara se anima com a notícia de um condomínio que será construído ao lado do lago, onde dará espaço para mais alimentação barata para a linda garota.

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Wender Lucas Fernandes
O mistério de Baara

Baara mantinha uma vida normal na cidade onde morava, era uma garota bonita, se vestia bem e era cobiçada pelos marmanjos da cidade; tinha uma casa ao lado do lago da cidade, (o esgoto a céu aberto), Lago do Jacaré.

Apesar das imundices que eram enviadas para dentro do lago, ele garantia o sustento de algumas famílias das redondezas, que na falta do que comer, se alimentam dos peixes e usam a água para dar banho nos cavalos e outros animais de grande porte e também há os aventureiros, corajosos que ainda mergulham para a morte no antigo lago.

Nos últimos meses, começaram a surgir rumores de alguns pescadores desaparecidos, e todos foram visto pela ultima vez no lago.

Dias se passaram e mais pessoas sumiram. Os populares já falavam que os jacarés estavam comendo os pescadores da cidade. Mas o que ninguém sabia é que Baara estava por trás de todos os desaparecimentos e que se divertia muito com isso.

Baara levava uma vida normal fora da sua casa, mas ao se trancar mantinha funcionando um matadouro humano. Baara tinha uma fome sem explicação por carne humana e gostava de preparar o seu rango. Por ser muito bonita, ela seduzia facilmente os pescadores e levava para sua casa, lá fazia todo o ritual.

Gostava de ver as pessoas sofrendo antes de morrer, gostava de ver o medo em seus rostos enquanto tirava cada pedacinho de seus corpos.
Com alguns ainda inteiros, presos no porão, ela escolhe um para começar o ritual. Um rapaz alto – chapado com os tóxicos que ela injetou em sua veia, Pendura-o na parede em formato de cruz e ela começa a diversão. Com um pequeno cutelo ela faz cortes largos em todo o corpo do rapaz, fazendo a dor e a tormenta dominar todo o corpo, ela se divertindo cada vez mais e continua fazendo os ferimentos, banhando-se no sangue do rapaz. Ela está feliz ouvindo uma sinfonia de Beethoven e retirando as entranhas para preparar uma apetitosa lasanha de carne humana.

Após separar (e temperar) os bifes, ela joga os restos mortais no fundo do Lago Jacaré e mantém tudo normal em sua vida.
Baara se anima com a notícia de um condomínio que será construído ao lado do lago, onde dará espaço para mais alimentação barata para a linda garota.

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