Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Cannubis
Cannubis é natural de São Luís Ma mas agora vive perdida entre as vielas fétidas de sua mente sequelada. Odeia finais felizes e por isso vive embriagada de terror e de seus subgêneros, vomita na cara dos padrões impostos pela sociedade enquanto da vida a CANNUBiS seu filho, irmão e amante. Dirige pela periferia de São luis um Opala preto e tem como companhia o top five dos mais procurados do submundo, coleciona as capsulas de balas que mataram gente como kennedy, Jhon Lennon e Tupac... Foi depois de tomar um shot de bournon que ela emprestou suas mãos a um cão infernal para escrever “DEIXAI TODA ESPERANÇA, Ó VÓS QUE ENTRAIS!" no umbral dos portões infernais da comedia de Dante Alighieri. Quer um conselho? Não leiam com carinho pois aqui não se prega a paz. Como morbitvs vividvs diz: "Uma bandeira branca é como o pus de um ser putrefato".
@arj.Wanessa - instagram
@CANNUBiS.cg - wattpad







Gatinha Test

Helidone encara a jovem, que nervosa, espera ser beijada mas ela já vira uma cena como aquela, o olhar dele parecia dizer que seu gosto era peculiar, provavelmente ele a foderia com mais força do que ela havia fantasiado.

Alice nunca havia desejado tanto ser tocada, aquele homem a sua frente deveria ser o motivo pelo qual furacões têm nome de pessoas.

O momento em que os olhos de helidone percorria seu corpo fez silenciar até mesmo o farfalhar das folhas ao redor, ouvia apenas as batidas de seu coração como marteladas abafadas em um pano.

O beijo veio, sentir o toque dos lábios de Helidone para Alice era como finalmente acabar com uma coceira, sucumbir a um vício. Agora era hora de viajar nas sensações que explodiam em seu corpo.

Na postura de quem não consegue compreender os aspectos mais simples de um fenômeno, mesmo que os esteja vendo, Alice observa Helidone enquanto beija.

Sua pele grita pelo toque, suas pernas tremem e a promessa muda de que suas roupas serão tiradas faz inundar sua calcinha.

Com toda a delicadeza do beijo de Alice, por alguns segundos Helidone sentiu-se membro da raça humana novamente, fazendo o que pessoas normais faziam.

Até perceber que estava sendo observado, sabia que o beijo não bastaria. Nunca bastava.

Páginas: 1 2 3 4 5 6

Cannubis
Gatinha Test

Helidone encara a jovem, que nervosa, espera ser beijada mas ela já vira uma cena como aquela, o olhar dele parecia dizer que seu gosto era peculiar, provavelmente ele a foderia com mais força do que ela havia fantasiado.

Alice nunca havia desejado tanto ser tocada, aquele homem a sua frente deveria ser o motivo pelo qual furacões têm nome de pessoas.

O momento em que os olhos de helidone percorria seu corpo fez silenciar até mesmo o farfalhar das folhas ao redor, ouvia apenas as batidas de seu coração como marteladas abafadas em um pano.

O beijo veio, sentir o toque dos lábios de Helidone para Alice era como finalmente acabar com uma coceira, sucumbir a um vício. Agora era hora de viajar nas sensações que explodiam em seu corpo.

Na postura de quem não consegue compreender os aspectos mais simples de um fenômeno, mesmo que os esteja vendo, Alice observa Helidone enquanto beija.

Sua pele grita pelo toque, suas pernas tremem e a promessa muda de que suas roupas serão tiradas faz inundar sua calcinha.

Com toda a delicadeza do beijo de Alice, por alguns segundos Helidone sentiu-se membro da raça humana novamente, fazendo o que pessoas normais faziam.

Até perceber que estava sendo observado, sabia que o beijo não bastaria. Nunca bastava.

Páginas: 1 2 3 4 5 6