Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Cannubis
Cannubis é natural de São Luís Ma mas agora vive perdida entre as vielas fétidas de sua mente sequelada. Odeia finais felizes e por isso vive embriagada de terror e de seus subgêneros, vomita na cara dos padrões impostos pela sociedade enquanto da vida a CANNUBiS seu filho, irmão e amante. Dirige pela periferia de São luis um Opala preto e tem como companhia o top five dos mais procurados do submundo, coleciona as capsulas de balas que mataram gente como kennedy, Jhon Lennon e Tupac... Foi depois de tomar um shot de bournon que ela emprestou suas mãos a um cão infernal para escrever “DEIXAI TODA ESPERANÇA, Ó VÓS QUE ENTRAIS!" no umbral dos portões infernais da comedia de Dante Alighieri. Quer um conselho? Não leiam com carinho pois aqui não se prega a paz. Como morbitvs vividvs diz: "Uma bandeira branca é como o pus de um ser putrefato".
@arj.Wanessa - instagram
@CANNUBiS.cg - wattpad







Gatinha Test

Cheiro de sangue fresco… Uma, duas, três.

A mandíbula quebrada que balançava frouxa a cada investida… Uma, duas… E seu corpo desaba em cima do cadáver, gozando tão violentamente que o ar lhe faltava nos pulmões.

Ele levanta desnorteado e percebe um leve subir e descer no peito de Alice. Ela ainda não estava morta, mas, com certeza, não havia mais como salvá-la; essa nem mesmo era uma alternativa, então, com o que ainda lhe restava de força Helidone pisoteia o rosto já desfigurado no chão até o crânio se quebrar como uma noz e Alice ficar completamente quieta.

Domada.

Com a respiração pesada Helidone cheirava agora a fraqueza e fracasso, o cheiro original dos assassinos a sangue frio.

Caminhando rumo ao início da trilha, o ar frio sempre bem vindo ao rosto em uma cidade quente, ajudando a diluir o rubor que o esforço para matar havia se formado em suas

bochechas.

17:45, não se atrasaria para o clássico. Fla-flu na TV aberta.

Páginas: 1 2 3 4 5 6

Cannubis
Gatinha Test

Cheiro de sangue fresco… Uma, duas, três.

A mandíbula quebrada que balançava frouxa a cada investida… Uma, duas… E seu corpo desaba em cima do cadáver, gozando tão violentamente que o ar lhe faltava nos pulmões.

Ele levanta desnorteado e percebe um leve subir e descer no peito de Alice. Ela ainda não estava morta, mas, com certeza, não havia mais como salvá-la; essa nem mesmo era uma alternativa, então, com o que ainda lhe restava de força Helidone pisoteia o rosto já desfigurado no chão até o crânio se quebrar como uma noz e Alice ficar completamente quieta.

Domada.

Com a respiração pesada Helidone cheirava agora a fraqueza e fracasso, o cheiro original dos assassinos a sangue frio.

Caminhando rumo ao início da trilha, o ar frio sempre bem vindo ao rosto em uma cidade quente, ajudando a diluir o rubor que o esforço para matar havia se formado em suas

bochechas.

17:45, não se atrasaria para o clássico. Fla-flu na TV aberta.

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