Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Carli Bortolanza
Sou um apaixonado, poeta e louco.
Perpasso entre as metáforas, aforismos e linguagens subliminares.
Da beleza ingênua e pura a feiura nua e crua. Da macies da face à macies da decomposição da carne humana. Vida e ou morte, carícias e ou torturas, são apenas pontos de vistas, vistas de um ponto. A beleza está na cerca que cerca, mas que também pode ser acerca que os prende. Nada é o que parece ser, há sempre um elo perdido nas linguagens ocultas que devem lhe fazer pensar nos conceitos das palavras descritas, pois elas não são o simples, o imediato do que estás a ler. Aprofunda-se, pois não escrevo aos outros, escrevo para orientar o EU obscuro de meu ente, escondido no inconsciente de minhas palavras, afrouxando minha gosma cefálica e dado lugar aos sonhos despertos, revelando minhas insanidades lisérgicas nos caminhos turvos dessa incompreensão desforme e não humana.




Ana Amanda Ama

Graciosa dama de beleza ímpar

Inspira o cometa para desfilar pelo espaço

Ouvidos líricos sua voz á captar

Volúpia de emoções para eu me apaixonar.

Amanheceu um novo ano lunar

Nuvens não escondem o encanto do mar

Com as ondas a banhar-se, se lavando com calma

Autêntica personificação da pureza da alma.

Vasculho o submundo e meu mundo inferior

Angustiado e triste vivo em furor e fervor

Corroendo minhas entranhas, o digestivo e o citerior

Castigando meu ser em louvor no mais íntimo horror.

Andando posso nunca vir a conhecer

Seus risonhos e seu querido jeito de ser

Mas nesse mundo que vivo à escrever.

Seu nome na lápide eu posso tecer. 

Carli Bortolanza
Ana Amanda Ama

Graciosa dama de beleza ímpar

Inspira o cometa para desfilar pelo espaço

Ouvidos líricos sua voz á captar

Volúpia de emoções para eu me apaixonar.

Amanheceu um novo ano lunar

Nuvens não escondem o encanto do mar

Com as ondas a banhar-se, se lavando com calma

Autêntica personificação da pureza da alma.

Vasculho o submundo e meu mundo inferior

Angustiado e triste vivo em furor e fervor

Corroendo minhas entranhas, o digestivo e o citerior

Castigando meu ser em louvor no mais íntimo horror.

Andando posso nunca vir a conhecer

Seus risonhos e seu querido jeito de ser

Mas nesse mundo que vivo à escrever.

Seu nome na lápide eu posso tecer.