Páginas de ódio - Fabiano Soares
Fabiano Soares
Formado em jornalismo, detesta jornalismo. Escrito assim em terceira pessoa parece melhor para uma minibiografia. Fabiano tenta se dedicar a muitas coisas, levando-se pela paixão das diversas formas de artes: música, textos, filmes. E é nessa esquizofrenia de interesses, onde tenta dedicar-se um pouco a cada coisa que acaba como um jornalista: sabendo nada de muita coisa. Não sabe fazer música, não sabe escrever textos e não sabe fazer filmes. Mas tenta fazer tudo isso e segue, literalmente, amador. É isso mesmo que ele quer. Apaixonado também por temas sombrios e por uma sombria vontade de avacalhar temas sombrios, não consegue fazer nada sério, portanto, não criem expectativas. Divirtam-se, ou não.
E-mail: fabianocabeludo@yahoo.com.br
Facebook: facebook.com/fabiano. cabeludosoares






Páginas de ódio

– Deita no chão, vagabundo!

Faquinha e Vitinho, com as mãos para cima, deitaram no chão. Bené e Sujim, do jeito que estavam, ficaram. Os policiais começaram a dar bicos leves nos garotos e pedir identificação, e após um tempo, todos perceberam que Bené e Sujim estavam mortos. Chamaram o rabecão para recolher os corpos, e os dois sobreviventes ficaram revoltados com a morte dos amigos que nada fizeram, vítimas da truculência assassina da polícia militar. Os policiais: cabo Souza e o soldado Tenório.
—————————————–
Rafael será espancado por conta de estímulo de policiais truculentos; por garotos que perderam amigos assassinados por esses mesmos policias; que depois de um tempo incitando ódio no mundo virtual, por bom comportamento, voltarão a matar na vida real; e segue o fluxo.

E o Rio de Janeiro continua lindo…

 

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Fabiano Soares
Páginas de ódio

– Deita no chão, vagabundo!

Faquinha e Vitinho, com as mãos para cima, deitaram no chão. Bené e Sujim, do jeito que estavam, ficaram. Os policiais começaram a dar bicos leves nos garotos e pedir identificação, e após um tempo, todos perceberam que Bené e Sujim estavam mortos. Chamaram o rabecão para recolher os corpos, e os dois sobreviventes ficaram revoltados com a morte dos amigos que nada fizeram, vítimas da truculência assassina da polícia militar. Os policiais: cabo Souza e o soldado Tenório.
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Rafael será espancado por conta de estímulo de policiais truculentos; por garotos que perderam amigos assassinados por esses mesmos policias; que depois de um tempo incitando ódio no mundo virtual, por bom comportamento, voltarão a matar na vida real; e segue o fluxo.

E o Rio de Janeiro continua lindo…

 

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