Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Fabiano Soares
Formado em jornalismo, detesta jornalismo. Escrito assim em terceira pessoa parece melhor para uma minibiografia. Fabiano tenta se dedicar a muitas coisas, levando-se pela paixão das diversas formas de artes: música, textos, filmes. E é nessa esquizofrenia de interesses, onde tenta dedicar-se um pouco a cada coisa que acaba como um jornalista: sabendo nada de muita coisa. Não sabe fazer música, não sabe escrever textos e não sabe fazer filmes. Mas tenta fazer tudo isso e segue, literalmente, amador. É isso mesmo que ele quer. Apaixonado também por temas sombrios e por uma sombria vontade de avacalhar temas sombrios, não consegue fazer nada sério, portanto, não criem expectativas. Divirtam-se, ou não.
E-mail: fabianocabeludo@yahoo.com.br
Facebook: facebook.com/fabiano. cabeludosoares






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Leila está quase fora de si, mas controla-se, para não gritar e não ser descoberta em um momento tão íntimo quanto esse (além do que ia interromper todo seu prazer). E em um momento em que o controle exige tanto de sua consciência, seus sentidos começam a perder-se, Leila pega a mão com o celular e junta com a outra, aproximando o aparelho da buceta, vulgo vagina, melecando-o todo. No entanto, a mão do celular não parava de passar as fotos, e a borrachinha do mesmo, texturizada com uns buraquinhos arredondados, estava gostoso quando encostava no clitóris de Leila, o que a fez, mesmo imaginando ser o celular, e saber que isso podia danificar o telefone, não parar de forma alguma, e mais, começar a enfiar o aparelho cada vez mais dentro da xoxotinha – porque já escrevi “buceta” muitas vezes. Quanto mais enfiava o celular, mais a outra mão sentia-se obrigada a tocar o grelo, já que o buraco já estava preenchido com o eletrônico. E nessa excitação, o aparelho entrando quase por inteiro, Leila sentiu que estava quase gozando, e começou a querer forçar o dedo no grelo, mas inconscientemente, também forçava a entrada do celular na caverna úmida, e isso foi num crescendo, que finalmente… PZIIIIIUUUUUMMMM! Pzium? Que porra é essa de pzium??? Pois no momento em que o celular encontrava-se completamente inserido na buceta lisa, molhada e apetitosa de Leila (o que não quer dizer que cabeluda seria menos apetitosa, pois buceta é buceta de qualquer jeito), Leila atingiu o orgasmo, e, embora pensasse que era lenda que a mulher libera energia elétrica (pequenos pulsos elétricos na verdade, de carga mínima) quando atingia seu clímax, Leila percebeu que sentiu um choque lá dentro, que estendeu-se até a portinha e ao clitóris, potencializando o gozo a um nível que nunca havia experimentado! Na hora, perdendo-se entre cerca de 9 pensamentos simultâneos (dentre os quais 7 ela não faz a mínima idéia do que sejam, já foram esquecidos), lembra-se que chegou a pensar que sua baba tinha causado um curto no celular, mas tacou o foda-se para isso, já que experimentava algo extremamente agradável. Mas passados 40 segundos, Leila quase no chão, semi-estirada, com uma das pernas dobrada e a outra completamente esticada, começou a recobrar a consciência, e a primeira coisa que veio em sua mente era que suas duas mãos encontravam-se uma em sua cabeça, ajeitando seu cabelo, e a outra em seu peito, apertando, tentando tirar uma casquinha do efeito relaxante para o mamilo esquerdo; ou seja, o celular continuava lá dentro! Rapidamente meteu a mão que estava no peito na vagina (ok, buceta é melhor, mesmo estando já repetido), tateando, tentando achar o celular. Percebeu que enquanto tateava, “pensava” em notícias, como se estivesse na internet, e achou estranho; mas enfim, os efeitos de um gozo podem ser surreais, e isso não a surpreendia. Mas quanto mais enfiava seu dedo, percebia duas coisas: a primeira e a mais óbvia é que não havia sinal de celular algum; a segunda é que ela não estava pensando em notícias, e sim a cada dedada, tinha acesso direto, e era como se sua mente estivesse lendo algo que aparecia para ela por menos de um segundo (era como se aquela notícia fizesse parte de seus arquivos de memória, como se seu cérebro fosse um HD e tudo isso estivesse já previamente carregado, e ela conseguia ter acesso e saber de tudo apenas com o aparecimento da notícia). Tirou a mão, assustada, de sua fonte de prazer, e, devagar, foi com um dedo para cima dos grandes lábios. Ao tocá-los, sentiu uma vertigem e uma chuva de informações foi brotando em sua cabeça, como se pudesse ver tudo e saber de tudo em pouco tempo. Tirou o dedo. Tudo normalizou. Recolocou-o, agora sobre o clitóris, e deslizou um pouco, e era como se visse em uma janela as notícias todas, uma a uma, deslizando como se em uma cascata, diante de si. Adorou. Sentia prazer e não precisava desligar-se das notícias.

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Leila está quase fora de si, mas controla-se, para não gritar e não ser descoberta em um momento tão íntimo quanto esse (além do que ia interromper todo seu prazer). E em um momento em que o controle exige tanto de sua consciência, seus sentidos começam a perder-se, Leila pega a mão com o celular e junta com a outra, aproximando o aparelho da buceta, vulgo vagina, melecando-o todo. No entanto, a mão do celular não parava de passar as fotos, e a borrachinha do mesmo, texturizada com uns buraquinhos arredondados, estava gostoso quando encostava no clitóris de Leila, o que a fez, mesmo imaginando ser o celular, e saber que isso podia danificar o telefone, não parar de forma alguma, e mais, começar a enfiar o aparelho cada vez mais dentro da xoxotinha – porque já escrevi “buceta” muitas vezes. Quanto mais enfiava o celular, mais a outra mão sentia-se obrigada a tocar o grelo, já que o buraco já estava preenchido com o eletrônico. E nessa excitação, o aparelho entrando quase por inteiro, Leila sentiu que estava quase gozando, e começou a querer forçar o dedo no grelo, mas inconscientemente, também forçava a entrada do celular na caverna úmida, e isso foi num crescendo, que finalmente… PZIIIIIUUUUUMMMM! Pzium? Que porra é essa de pzium??? Pois no momento em que o celular encontrava-se completamente inserido na buceta lisa, molhada e apetitosa de Leila (o que não quer dizer que cabeluda seria menos apetitosa, pois buceta é buceta de qualquer jeito), Leila atingiu o orgasmo, e, embora pensasse que era lenda que a mulher libera energia elétrica (pequenos pulsos elétricos na verdade, de carga mínima) quando atingia seu clímax, Leila percebeu que sentiu um choque lá dentro, que estendeu-se até a portinha e ao clitóris, potencializando o gozo a um nível que nunca havia experimentado! Na hora, perdendo-se entre cerca de 9 pensamentos simultâneos (dentre os quais 7 ela não faz a mínima idéia do que sejam, já foram esquecidos), lembra-se que chegou a pensar que sua baba tinha causado um curto no celular, mas tacou o foda-se para isso, já que experimentava algo extremamente agradável. Mas passados 40 segundos, Leila quase no chão, semi-estirada, com uma das pernas dobrada e a outra completamente esticada, começou a recobrar a consciência, e a primeira coisa que veio em sua mente era que suas duas mãos encontravam-se uma em sua cabeça, ajeitando seu cabelo, e a outra em seu peito, apertando, tentando tirar uma casquinha do efeito relaxante para o mamilo esquerdo; ou seja, o celular continuava lá dentro! Rapidamente meteu a mão que estava no peito na vagina (ok, buceta é melhor, mesmo estando já repetido), tateando, tentando achar o celular. Percebeu que enquanto tateava, “pensava” em notícias, como se estivesse na internet, e achou estranho; mas enfim, os efeitos de um gozo podem ser surreais, e isso não a surpreendia. Mas quanto mais enfiava seu dedo, percebia duas coisas: a primeira e a mais óbvia é que não havia sinal de celular algum; a segunda é que ela não estava pensando em notícias, e sim a cada dedada, tinha acesso direto, e era como se sua mente estivesse lendo algo que aparecia para ela por menos de um segundo (era como se aquela notícia fizesse parte de seus arquivos de memória, como se seu cérebro fosse um HD e tudo isso estivesse já previamente carregado, e ela conseguia ter acesso e saber de tudo apenas com o aparecimento da notícia). Tirou a mão, assustada, de sua fonte de prazer, e, devagar, foi com um dedo para cima dos grandes lábios. Ao tocá-los, sentiu uma vertigem e uma chuva de informações foi brotando em sua cabeça, como se pudesse ver tudo e saber de tudo em pouco tempo. Tirou o dedo. Tudo normalizou. Recolocou-o, agora sobre o clitóris, e deslizou um pouco, e era como se visse em uma janela as notícias todas, uma a uma, deslizando como se em uma cascata, diante de si. Adorou. Sentia prazer e não precisava desligar-se das notícias.

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