Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Gisele Honorato
Gisele Honorato, 34 anos, nasceu em Vila Velha no Espírito Santo e participou de várias coletâneas literárias, sendo as mais recentes:
Ultra Rômanticos, Góticos & Trágicos Poemas (2020) pela Dark Books;
Sangue e Água Benta (2020) pelo Grupo Editorial Quimera;
Noites Arcanas (2020) pela Dríade Editora;
A Maldição da Lua Cheia (2021) pela Cartola Editora e
Witch (2021) pela Amazon pela Come in Handy.










Ritual de Sangue

– Ainda podemos parar. – Diz Adriana num sussurro.

– Não. – Responde Waleria e pega o sal.

Ela traça o círculo de sal no sentido anti-horário, banindo toda e qualquer energia, sentimento ou presença maléfica. E pedindo a cada elemento que proteja aqueles que adentrarem o círculo. Ao terminar ela os convida a entrar.

– Tem certeza?

– Entra Dri. E desculpa por tudo…

– Te amo garota…

Assim que eles entram no círculo ela se encaminha pro local de invocação. E remove suas roupas.

O céu cheio de nuvens se abre e um raio de luz da lua ilumina sua pele.

– Que isso? – Pergunta Adriana. – Você sentiu?

– Cara como ela ainda é virgem? – Perguntou Augusto. – Eu estou duro só de olhar pra ela.

Adriana bufou. A vontade de sair correndo dali era bem forte, mas ela não iria deixar a amiga sozinha.

Ela pegou as cinco velas negras e o Athame de prata. Ela sussurrava algo, mas um zumbido constante no ar não deixava eles entenderem o que ela dizia.

– Essa porra está sinistra! – Gritou Augusto.

– Você não está com medo? – Perguntou Adriana.

– Medo? Eu estou é excitado. Ela parece uma bruxa de verdade…

Ele ficou mudo quando ela começa a cantar numa língua estranha e cadenciada começou a passar o Athame de forma erótica pelo corpo e começou a se masturbar com ele. Antes do ápice do gozo ela corta a palma da mão e se levanta.

Eles não conseguem parar de olhar pra ela. Ele por desejo, ela por medo.

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Gisele Honorato
Ritual de Sangue

– Ainda podemos parar. – Diz Adriana num sussurro.

– Não. – Responde Waleria e pega o sal.

Ela traça o círculo de sal no sentido anti-horário, banindo toda e qualquer energia, sentimento ou presença maléfica. E pedindo a cada elemento que proteja aqueles que adentrarem o círculo. Ao terminar ela os convida a entrar.

– Tem certeza?

– Entra Dri. E desculpa por tudo…

– Te amo garota…

Assim que eles entram no círculo ela se encaminha pro local de invocação. E remove suas roupas.

O céu cheio de nuvens se abre e um raio de luz da lua ilumina sua pele.

– Que isso? – Pergunta Adriana. – Você sentiu?

– Cara como ela ainda é virgem? – Perguntou Augusto. – Eu estou duro só de olhar pra ela.

Adriana bufou. A vontade de sair correndo dali era bem forte, mas ela não iria deixar a amiga sozinha.

Ela pegou as cinco velas negras e o Athame de prata. Ela sussurrava algo, mas um zumbido constante no ar não deixava eles entenderem o que ela dizia.

– Essa porra está sinistra! – Gritou Augusto.

– Você não está com medo? – Perguntou Adriana.

– Medo? Eu estou é excitado. Ela parece uma bruxa de verdade…

Ele ficou mudo quando ela começa a cantar numa língua estranha e cadenciada começou a passar o Athame de forma erótica pelo corpo e começou a se masturbar com ele. Antes do ápice do gozo ela corta a palma da mão e se levanta.

Eles não conseguem parar de olhar pra ela. Ele por desejo, ela por medo.

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