Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Gisele Honorato
Gisele Honorato, 34 anos, nasceu em Vila Velha no Espírito Santo e participou de várias coletâneas literárias, sendo as mais recentes:
Ultra Rômanticos, Góticos & Trágicos Poemas (2020) pela Dark Books;
Sangue e Água Benta (2020) pelo Grupo Editorial Quimera;
Noites Arcanas (2020) pela Dríade Editora;
A Maldição da Lua Cheia (2021) pela Cartola Editora e
Witch (2021) pela Amazon pela Come in Handy.










Ritual de Sangue

Tudo o que Waleria queria era dormir e esquecer a loucura que havia feito.

Ela estava quase dormindo quando ouviu alguém chamando seu nome.

– Será que eles esqueceram alguma coisa?

Foi até a porta e abriu.

Não havia ninguém. Fechou a porta e voltou pro quarto. O telefone tocou assim que se deitou.

– Oi. – Respondeu sem olhar quem era.

– Eu ouvi seu chamado.

– Para de bobeira Gu. – Respondeu e desligou.

Chamaram a porta outra vez.

Ela levanta com raiva e abre a porta com violência.

Ninguém novamente. Ela liga pra Augusto.

– Para de tentar foder com a minha cabeça Gu! A noite já foi estranha o suficiente…

– O que eu fiz? – Pergunta ele com voz de sono.

– Não tem graça! – E desliga.

***

– Porque você não me disse isso ontem?

– Achei que ela queria curtir com a minha cara e como viu que não deu certo…

– Ela não é de fazer isso Gu. – Disse Adriana abrindo a porta.

A casa estava em ordem e nada fora do lugar. Mas uma sensação estranha os invadiu assim que pisaram na casa. Como se o ar fosse diferente. Estava denso e impregnado de medo.

A porta do quarto dela estava entre aberta.

– Porra! – Gritou Augusto.

Adriana correu e tentou abrir a porta.

– Não meus amores. O mestre precisa comer mais. – Disse Waleria com uma voz disforme.

***

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Gisele Honorato
Ritual de Sangue

Tudo o que Waleria queria era dormir e esquecer a loucura que havia feito.

Ela estava quase dormindo quando ouviu alguém chamando seu nome.

– Será que eles esqueceram alguma coisa?

Foi até a porta e abriu.

Não havia ninguém. Fechou a porta e voltou pro quarto. O telefone tocou assim que se deitou.

– Oi. – Respondeu sem olhar quem era.

– Eu ouvi seu chamado.

– Para de bobeira Gu. – Respondeu e desligou.

Chamaram a porta outra vez.

Ela levanta com raiva e abre a porta com violência.

Ninguém novamente. Ela liga pra Augusto.

– Para de tentar foder com a minha cabeça Gu! A noite já foi estranha o suficiente…

– O que eu fiz? – Pergunta ele com voz de sono.

– Não tem graça! – E desliga.

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– Porque você não me disse isso ontem?

– Achei que ela queria curtir com a minha cara e como viu que não deu certo…

– Ela não é de fazer isso Gu. – Disse Adriana abrindo a porta.

A casa estava em ordem e nada fora do lugar. Mas uma sensação estranha os invadiu assim que pisaram na casa. Como se o ar fosse diferente. Estava denso e impregnado de medo.

A porta do quarto dela estava entre aberta.

– Porra! – Gritou Augusto.

Adriana correu e tentou abrir a porta.

– Não meus amores. O mestre precisa comer mais. – Disse Waleria com uma voz disforme.

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