Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Golden Barbie
Louca, maluca, insana e perturbada. Sem nenhum pingo de lucidez.
Um labirinto sem fim...
Um enigma onde muitos insistem em querer desvendar...
Vivendo a complexidade dos meus dias onde, embriago-me para viver e sobreviver em guerra constante entre a realidade e a fantasia.
Devorando os lobos que surgem em minha caminhada.
Mantendo-me sempre uma alfa.
Escrevo para aliviar os agonizantes gritos das vozes que moram em minha cabeça, o universo e suas frustrações "cagadas" me inspiram a rabiscar folhas e mais folhas de papel.
Mantenha-se longe! "Ou arrancarei suas tripas e as cozinharei". 





Alzheimer

No passado achei ter desperdiçado minha juventude
Hoje sei o quão glorioso eu fui
O sol sempre vai se pôr e nascer outra vez…

Minha caneca de cerveja nunca estará vazia pois longo são os dias e bebo mais uma vez…
Anestesiado, subo no palco da vida exprimo minha poesia e choro…

Sou o cara sem sorte da loteria
Sou o cara que sofre a cada esquina debaixo da chuva fria
Sou aquele que ninguém vê…

Minha face ganhou um novo rosto, ou sempre fui o mesmo cara?
Nem sempre fui um cara sem sorte, eu já tive um lar…
Já fui jovem e os meus lábios já foram rosados um dia…
Já beijei debaixo da chuva fria…
Já caminhei nu pela rua…

Passaram-se mais de trinta anos, ou trinta dias?
Minha mente me prega peças, mas sempre fui um sujeito insano
Minha motocicleta está na garagem se a vida é uma viagem desejo dirigi-la uma última vez…
O sol sempre vai se pôr e nascer outra e outra vez…

Golden Barbie
Alzheimer

No passado achei ter desperdiçado minha juventude
Hoje sei o quão glorioso eu fui
O sol sempre vai se pôr e nascer outra vez…

Minha caneca de cerveja nunca estará vazia pois longo são os dias e bebo mais uma vez…
Anestesiado, subo no palco da vida exprimo minha poesia e choro…

Sou o cara sem sorte da loteria
Sou o cara que sofre a cada esquina debaixo da chuva fria
Sou aquele que ninguém vê…

Minha face ganhou um novo rosto, ou sempre fui o mesmo cara?
Nem sempre fui um cara sem sorte, eu já tive um lar…
Já fui jovem e os meus lábios já foram rosados um dia…
Já beijei debaixo da chuva fria…
Já caminhei nu pela rua…

Passaram-se mais de trinta anos, ou trinta dias?
Minha mente me prega peças, mas sempre fui um sujeito insano
Minha motocicleta está na garagem se a vida é uma viagem desejo dirigi-la uma última vez…
O sol sempre vai se pôr e nascer outra e outra vez…