Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Hügo Mendigo
Em 1984, ao pseudo fim da ditadura no Brasil, na cidadezinha rural de Gravataí nascia mais um Mendigo, o Hügo. Parece um clichê dizer "escrever para não enlouquecer" mas foi sim sua psicóloga que recomendou os registros turvos de sua vida. Visões urbanas e alcoolizadas, mulheres e teorias da conspiração povoam esses manuscritos virtuais, sempre assinados como Nadal Goulart. Metalúrgico, pai e um monte de outras coisas que não precisam ser ditas por que ninguem perguntou.





A carioca

Muitos indo e vindo nos interrompiam a todo momento
Me deixando ainda mais excitado
Me sentia adolescente 
Não o travado e fracassado que fui
E sim o transborde hormonal que deveria ter sido
Amassos, beijos molhados e meus dedos pingando suco de buceta
Aquele gemido vinha com o sotaque lindo dela
Eu estava mega tarado por aquilo
Mais tarde fui a cada dela
Escada de mármore 
Lareira
Umas quinquilharias velhas que pareciam caras
A casa nem era dela, mas era bem caro morar ali
A família e o mundo em que ela vivia era bem mais rico que o meu
Tivemos umas 3 transa boas até vir a excelente 
Dias depois, na minha casa
Amassei ela até não poder mais
Me esfreguei nela até nossas roupas caírem sozinhas no chão 
Sem afrouxar cinto nem soltar cadarço 
Parecíamos uma borboleta se livrando do escafandro já desvalidado ao tirarmos as roupas
Eu estava semiduro
Ela bem molhada
Montou em mim, mas não  encaixou pau e buceta
Montou em mim amassando meu pau apontando pra cima
E usando a parte lisa de baixo para masturbar se clitóris 
Eu parei pra assistir aquilo
Era lindo
Ela se tremendo e molhando minhas bolas
A buceta dela tem cheiro forte, dominou todo o ambiente
Eu deitado, parado, com as duas mãos atrás da cabeça
Apenas admirava aquele ballet por cima de mim, o cheiro e a umidade de tudo
Eu sorri de tesão vendo aquilo
Ela viu meu sorriso
-“…desculpa não meter, logo faço, só deixa eu curtir mais um pouco assim…”

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Hügo Mendigo
A carioca

Muitos indo e vindo nos interrompiam a todo momento
Me deixando ainda mais excitado
Me sentia adolescente 
Não o travado e fracassado que fui
E sim o transborde hormonal que deveria ter sido
Amassos, beijos molhados e meus dedos pingando suco de buceta
Aquele gemido vinha com o sotaque lindo dela
Eu estava mega tarado por aquilo
Mais tarde fui a cada dela
Escada de mármore 
Lareira
Umas quinquilharias velhas que pareciam caras
A casa nem era dela, mas era bem caro morar ali
A família e o mundo em que ela vivia era bem mais rico que o meu
Tivemos umas 3 transa boas até vir a excelente 
Dias depois, na minha casa
Amassei ela até não poder mais
Me esfreguei nela até nossas roupas caírem sozinhas no chão 
Sem afrouxar cinto nem soltar cadarço 
Parecíamos uma borboleta se livrando do escafandro já desvalidado ao tirarmos as roupas
Eu estava semiduro
Ela bem molhada
Montou em mim, mas não  encaixou pau e buceta
Montou em mim amassando meu pau apontando pra cima
E usando a parte lisa de baixo para masturbar se clitóris 
Eu parei pra assistir aquilo
Era lindo
Ela se tremendo e molhando minhas bolas
A buceta dela tem cheiro forte, dominou todo o ambiente
Eu deitado, parado, com as duas mãos atrás da cabeça
Apenas admirava aquele ballet por cima de mim, o cheiro e a umidade de tudo
Eu sorri de tesão vendo aquilo
Ela viu meu sorriso
-“…desculpa não meter, logo faço, só deixa eu curtir mais um pouco assim…”

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