Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Hügo Mendigo
Em 1984, ao pseudo fim da ditadura no Brasil, na cidadezinha rural de Gravataí nascia mais um Mendigo, o Hügo. Parece um clichê dizer "escrever para não enlouquecer" mas foi sim sua psicóloga que recomendou os registros turvos de sua vida. Visões urbanas e alcoolizadas, mulheres e teorias da conspiração povoam esses manuscritos virtuais, sempre assinados como Nadal Goulart. Metalúrgico, pai e um monte de outras coisas que não precisam ser ditas por que ninguem perguntou.





A carioca

Disse ela quase chorando de gozar, sentindo meu pau endurecer totalmente naquilo 
Eu rapidamente respondi, igual o Capitão Steve Rogers:
-Eu aguento a tarde toda aqui te ver gozar assim, não tenho pressa nenhuma…
Ela se contorcia mais e mais, molhando tudo 
As pernas nem eram apoiadas em lugar algum e mesmo assim tremiam como se levasse 3 sacos de cimento nas costas 
Eu me diverti com aquilo
Quando ela se amoleceu de vez por cima de mim, já sem forças, foi a minha vez de brincar no corpo dela
Abracei ela puxando pra cima
Meti forte 
Estava muito molhado 
Ela se desculpou pela “sujeirada” que tinha feito
Eu disse que aquele molhado era lindo
Meti forte a mão naquela buceta, puxando uma dose daquele molhado, passei bem entre as nádegas dela, cheguei a lubrificar a porta do cu dela
Depois puxei tudo e meti em minha boca
Ela adorou ver aquilo
Molhei mais ainda nossos beijos com aquilo
O pau entrou reto, senti topar no fundo
Soquei forte nela
Agora era minha vez de trabalhar 
Me coloquei por cima
Abri as pernas dela
Um tornozelo coloquei do lado da minha cabeça 
O outro segurei bem firme abrindo bem as pernas dela e segui metendo
O cheiro e a molhaçada era delicioso

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Hügo Mendigo
A carioca

Disse ela quase chorando de gozar, sentindo meu pau endurecer totalmente naquilo 
Eu rapidamente respondi, igual o Capitão Steve Rogers:
-Eu aguento a tarde toda aqui te ver gozar assim, não tenho pressa nenhuma…
Ela se contorcia mais e mais, molhando tudo 
As pernas nem eram apoiadas em lugar algum e mesmo assim tremiam como se levasse 3 sacos de cimento nas costas 
Eu me diverti com aquilo
Quando ela se amoleceu de vez por cima de mim, já sem forças, foi a minha vez de brincar no corpo dela
Abracei ela puxando pra cima
Meti forte 
Estava muito molhado 
Ela se desculpou pela “sujeirada” que tinha feito
Eu disse que aquele molhado era lindo
Meti forte a mão naquela buceta, puxando uma dose daquele molhado, passei bem entre as nádegas dela, cheguei a lubrificar a porta do cu dela
Depois puxei tudo e meti em minha boca
Ela adorou ver aquilo
Molhei mais ainda nossos beijos com aquilo
O pau entrou reto, senti topar no fundo
Soquei forte nela
Agora era minha vez de trabalhar 
Me coloquei por cima
Abri as pernas dela
Um tornozelo coloquei do lado da minha cabeça 
O outro segurei bem firme abrindo bem as pernas dela e segui metendo
O cheiro e a molhaçada era delicioso

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