Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
J. A. de Nardo
João decidiu dar vida aos seus mórbidos pesadelos e compartilhar feitos e devaneios nada memoráveis com o público. 
O medo, o estranho e o cotidiano banal são as suas inspirações para a escrita. Escreve como uma forma de canalizar seus sentimentos, da forma mais clichê possível. 
Se perde em pensamento abstratos e overdoses filosóficas, crê que o horror é um universo a ser explorado, e o pavor é o sentimento mais puro a ser sentido. Se perde também em alguns pseudônimos para poder escrever o que há de mais bizarro em si, não gosta muito de mostrar o rosto para não perturbar os leitores, usa máscaras como referência ao baile de máscaras do plano físico. 
Diretor da Revista Aterrorizante e autor de algumas obras em conjunto e originais nada comuns, sempre terror com doses de perturbação e humor negro.
Sua conquista mais memorável foi um concurso de poesias quando tinha 10 anos, desde então vem colecionando fracassos e insucessos. Muitas vezes confundido com um demônio sem função na terra, transita entre funções aleatórias, como um traficante de inutilidades ou vendedor de ideias natimortas. 
Email: Jaoanm@gmail.com 
Instagram: @joaodenardo






Um Psicopata

 

Porém, tal morte não consigo alcançar, toda maldita noite eu tento usar muito bem essa faca, porém não tenho coragem de perfurar muito, vejo o sangue cair calmamente como uma pequena cachoeira de um corpo, mas as palavras da maldita me fazem parar, caio em crises de choro. “Por quê um filho faria isso com a própria mãe?”

Eu me sinto como um artista, e já pintei diversos quadros, considero cada pessoa como um, mas nenhum seria tão lindo como minha querida mamãe. Porém, acho que existe um certo bloqueio criativo que me impede de prosseguir.

 

Nada frustra mais um artista que não completar a sua obra prima.

Páginas: 1 2 3 4 5 6 7

J. A. de Nardo
Um Psicopata

 

Porém, tal morte não consigo alcançar, toda maldita noite eu tento usar muito bem essa faca, porém não tenho coragem de perfurar muito, vejo o sangue cair calmamente como uma pequena cachoeira de um corpo, mas as palavras da maldita me fazem parar, caio em crises de choro. “Por quê um filho faria isso com a própria mãe?”

Eu me sinto como um artista, e já pintei diversos quadros, considero cada pessoa como um, mas nenhum seria tão lindo como minha querida mamãe. Porém, acho que existe um certo bloqueio criativo que me impede de prosseguir.

 

Nada frustra mais um artista que não completar a sua obra prima.

Páginas: 1 2 3 4 5 6 7