Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Rodrigo A. Leonardi
Rodrigo A. Leonardi, fanático por literatura maldita e contos góticos. Desenhista técnico, cinéfilo. Como Músico ja fui baixista/vocalista e principal compositor da banda death grind Abuso Verbal. Colecionador de tudo que é interessante. Comecei a pegar gosto em escrever, quando li "O Capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio", de Bukowski, em um sórdido verão de 2011. Tenho um canal no YT, onde faço entrevistas com bandas autorais e começaremos em breve a fazer documentários sobre diversos temas, sempre voltado a música pesada e a cultura alternativa.






SOBRE MESMICES

Ainda me lembro daquele carro antigo,

Do tanque de lavar roupas de minha mãe,

Das rosas no jardim, exalando pureza.

Me lembro das garrafas vazias, dos cascos que trocava por algodão doce do carro que passava na rua

Me lembro do horizonte, me lembro de tanta coisa, que hoje em dia ainda percebo que elas ainda estão aqui.

Me lembro da minha casa, quando era pequeno, dos cheiros dos livros empoeirados, percebo que ainda sim… são os mesmos.

Dos gostos, única coisa que mudara, são as roupas.

Única coisa que mudou… fui eu.

Minha visão do mundo mudara em certo momento, vendo as mesmas coisas.

De tantas vezes que mudara, voltou ao início, voltou a infância.

Já não estou mais vivo, apenas habito ainda meu corpo, mas sem vida…

Rodrigo A. Leonardi
SOBRE MESMICES

Ainda me lembro daquele carro antigo,

Do tanque de lavar roupas de minha mãe,

Das rosas no jardim, exalando pureza.

Me lembro das garrafas vazias, dos cascos que trocava por algodão doce do carro que passava na rua

Me lembro do horizonte, me lembro de tanta coisa, que hoje em dia ainda percebo que elas ainda estão aqui.

Me lembro da minha casa, quando era pequeno, dos cheiros dos livros empoeirados, percebo que ainda sim… são os mesmos.

Dos gostos, única coisa que mudara, são as roupas.

Única coisa que mudou… fui eu.

Minha visão do mundo mudara em certo momento, vendo as mesmas coisas.

De tantas vezes que mudara, voltou ao início, voltou a infância.

Já não estou mais vivo, apenas habito ainda meu corpo, mas sem vida…