Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
S. C. Mendes
Estudante de Artes Visuais na cidade de Piracicaba – SP. Apaixonada por livros desde que se entende por gente, trabalhou por um tempo com projetos de RPG e dedicou alguns anos de sua vida no estudo de literatura com ênfase em terror, suspense, mitologia, folclore e filosofia existencialista.
Se inspira em autores como Edgar Allan Poe, H. P. Lovecraft, Charles Dickens, Shirley Jackson, Agatha Christie, Fiódor Dostoievski e Albert Camus.







Quando as luzes vermelhas se acendem

Alice era apenas uma estudante universitária comum, sua mesa de estudos

ficava embaixo da janela de seu quarto, e a vista dava para alguns prédios da

cidade. Certa noite percebeu algo incomum no prédio mais próximo, uma luz

vermelha que iluminava todo o apartamento.

Além da luz, ela via uma estranha silhueta se movimentando próxima a sacada,

mas assim que desviou os olhos por um segundo, a luz havia se apagado.

Com o passar dos dias ela reparou que todos as noites esse evento peculiar se

repetia e exatamente uma semana depois uma nova silhueta apareceu no

apartamento.

Toda vez que aquilo ocorria, um sentimento de temor crescia em Alice. Pois em

alguns momentos tinha a impressão de que essas silhuetas sombrias a

encaravam pela sacada, essa paranóia fez com que fosse até o prédio para

tentar descobrir a identidade do bizarro morador.

Porém não esperava descobrir que a pessoa em questão havia se suicidado no

apartamento havia alguns dias, e a faxineira contratada para limpar a terrível

cena que banhou a sala em sangue, foi encontrada morta no mesmo local uma

semana depois, da mesma forma.

Naquela noite o terror aumentava, ainda mais depois que Alice constatou que

as luzes vermelhas novamente se acenderam e as silhuetas estavam paradas

apontando em sua direção. Fechou as cortinas e correu para sua cama, dormiu

entre lágrimas.

Durante a madrugada acabou despertando, percebendo assim que a porta de

seu quarto estava entreaberta e pela fresta uma luz vermelha iluminava

parcialmente seu quarto, o horror tomou seu peito. Sentiu seu coração falhar

quando sentiu duas mãos gélidas atrás de si, então se virou…..e ali estavam as

silhuetas.

S. C. Mendes
Quando as luzes vermelhas se acendem

Alice era apenas uma estudante universitária comum, sua mesa de estudos

ficava embaixo da janela de seu quarto, e a vista dava para alguns prédios da

cidade. Certa noite percebeu algo incomum no prédio mais próximo, uma luz

vermelha que iluminava todo o apartamento.

Além da luz, ela via uma estranha silhueta se movimentando próxima a sacada,

mas assim que desviou os olhos por um segundo, a luz havia se apagado.

Com o passar dos dias ela reparou que todos as noites esse evento peculiar se

repetia e exatamente uma semana depois uma nova silhueta apareceu no

apartamento.

Toda vez que aquilo ocorria, um sentimento de temor crescia em Alice. Pois em

alguns momentos tinha a impressão de que essas silhuetas sombrias a

encaravam pela sacada, essa paranóia fez com que fosse até o prédio para

tentar descobrir a identidade do bizarro morador.

Porém não esperava descobrir que a pessoa em questão havia se suicidado no

apartamento havia alguns dias, e a faxineira contratada para limpar a terrível

cena que banhou a sala em sangue, foi encontrada morta no mesmo local uma

semana depois, da mesma forma.

Naquela noite o terror aumentava, ainda mais depois que Alice constatou que

as luzes vermelhas novamente se acenderam e as silhuetas estavam paradas

apontando em sua direção. Fechou as cortinas e correu para sua cama, dormiu

entre lágrimas.

Durante a madrugada acabou despertando, percebendo assim que a porta de

seu quarto estava entreaberta e pela fresta uma luz vermelha iluminava

parcialmente seu quarto, o horror tomou seu peito. Sentiu seu coração falhar

quando sentiu duas mãos gélidas atrás de si, então se virou…..e ali estavam as

silhuetas.