Maldohorror - Coletivo de escritores fantásticos e malditos.
Carli Bortolanza
Sou um apaixonado, poeta e louco.
Perpasso entre as metáforas, aforismos e linguagens subliminares.
Da beleza ingênua e pura a feiura nua e crua. Da macies da face à macies da decomposição da carne humana. Vida e ou morte, carícias e ou torturas, são apenas pontos de vistas, vistas de um ponto. A beleza está na cerca que cerca, mas que também pode ser acerca que os prende. Nada é o que parece ser, há sempre um elo perdido nas linguagens ocultas que devem lhe fazer pensar nos conceitos das palavras descritas, pois elas não são o simples, o imediato do que estás a ler. Aprofunda-se, pois não escrevo aos outros, escrevo para orientar o EU obscuro de meu ente, escondido no inconsciente de minhas palavras, afrouxando minha gosma cefálica e dado lugar aos sonhos despertos, revelando minhas insanidades lisérgicas nos caminhos turvos dessa incompreensão desforme e não humana.




Aforismo escorregadio… nas pernas.

Achei que a vida estava difícil

Ainda mais quando foi eleito um imbecil

Sabia que iria me apertar

Mas não em público cagar

 

Com políticas frias e surradas

Até sem água pra me lavar na madrugada

O papel está caro pra chuchu

Tudo está caro; Toma no cu!

 

Como pode alguém votar

Num animal que só faz cacarejar

Sai mais merda daquela boca

Do que meu cu sem uma estopa

 

Pode até ter semelhança

Com a atual situação sem esperança

Mas o nazismo foi combatido

E as tropas aliadas vencido

 

A segunda grande guerra acabou

E um novo começo brotou

Esperamos que num futuro

O povo não seja mais burro

 

Muitos sei que vão votar

No mesmo pra não mudar

Ou num outro pra trocar

Pra vida alterar

 

Mas o povo é ingênuo e iludido

Assim como minha calça fedido

Sem educação apropriada

Vou a uma privada improvisada.

 

Uso a cueca pra limpar o desaforo

Não pra esconder o dinheiro; socorro!

Tento continuar a vida normalmente

Menos lambuzado, mas ainda indigente

Mas as merdas continuam na mente de muita gente.

Carli Bortolanza
Aforismo escorregadio… nas pernas.

Achei que a vida estava difícil

Ainda mais quando foi eleito um imbecil

Sabia que iria me apertar

Mas não em público cagar

 

Com políticas frias e surradas

Até sem água pra me lavar na madrugada

O papel está caro pra chuchu

Tudo está caro; Toma no cu!

 

Como pode alguém votar

Num animal que só faz cacarejar

Sai mais merda daquela boca

Do que meu cu sem uma estopa

 

Pode até ter semelhança

Com a atual situação sem esperança

Mas o nazismo foi combatido

E as tropas aliadas vencido

 

A segunda grande guerra acabou

E um novo começo brotou

Esperamos que num futuro

O povo não seja mais burro

 

Muitos sei que vão votar

No mesmo pra não mudar

Ou num outro pra trocar

Pra vida alterar

 

Mas o povo é ingênuo e iludido

Assim como minha calça fedido

Sem educação apropriada

Vou a uma privada improvisada.

 

Uso a cueca pra limpar o desaforo

Não pra esconder o dinheiro; socorro!

Tento continuar a vida normalmente

Menos lambuzado, mas ainda indigente

Mas as merdas continuam na mente de muita gente.